Cientistas encontraram na Antártida uma cápsula do tempo com 6 milhões de anos a 200 metros de profundidade, e o que está preservado dentro dela pode mudar o que se sabe sobre o passado climático da Terra
A reconstituição dos padrões meteorológicos de eras geológicas passadas depende da localização de registros físicos que tenham resistido à passagem dos milênios. Camadas profundas de gelo funcionam como depósitos naturais de dados, acumulando resíduos e elementos químicos a cada nova precipitação que se solidifica ao
