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Região

Mulher é presa por enterrar filha recém-nascida viva em Camocim; entenda o caso chocante

Raimunda Nonata, condenada por matar sua filha recém-nascida ao enterrá-la viva em 2019, foi finalmente presa em Camocim, Ceará. Crime que chocou o país culmina em cumprimento de pena de 14 anos.

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Raimunda Nonata, condenada por matar sua filha recém-nascida ao enterrá-la viva em 2019, foi finalmente presa em Ca...

Na tarde de segunda-feira, 9 de dezembro de 2024, a Polícia Militar prendeu Raimunda Nonata Laurinda da Silveira, de 29 anos, na zona rural de Camocim, no Ceará. Ela foi condenada a 14 anos e três meses de prisão por homicídio qualificado. O crime, que chocou a população local, ocorreu em março de 2019, quando Raimunda enterrou viva sua filha recém-nascida em uma área de mata.

Crime brutal e condenação judicial

O caso veio à tona após moradores de Buriti ouvirem o choro da bebê e a encontrarem sem vida. O laudo pericial revelou que a criança morreu por asfixia, apresentando areia na traqueia e sinais de decomposição. Raimunda ocultou a gravidez da família e, em depoimento, afirmou ter cometido o ato devido a dificuldades financeiras. Entretanto, a Justiça considerou a motivação “fútil e desproporcional”.

Em junho de 2023, Raimunda foi condenada pelo Tribunal de Justiça do Ceará, mas recorreu da decisão em liberdade. Nesta semana, com o esgotamento dos recursos, a Polícia cumpriu o mandado de prisão, encerrando o caso que se arrastava há cinco anos.

Prisões em crimes semelhantes no estado

Este não é um caso isolado no Ceará. Segundo dados da Secretaria de Segurança Pública, crimes envolvendo recém-nascidos têm gerado grande comoção e levado à intensificação das investigações. A prisão de Raimunda destaca a atuação das autoridades no cumprimento de sentenças definitivas, enviando uma mensagem clara sobre a impunidade em crimes graves.

Repercussão e próximos passos

Raimunda Nonata foi levada a uma unidade prisional e iniciará o cumprimento da pena em regime fechado. O Ministério Público e os órgãos de segurança reafirmaram o compromisso de seguir acompanhando o caso, garantindo que a sentença seja cumprida integralmente.

O crime de 2019 segue marcado na memória dos moradores de Buriti, que esperam justiça plena para a bebê. Este é mais um exemplo do impacto das ações policiais no combate à violência no estado.

2 comentários

  1. 14 anos foi pouco deveria ter sido a pena máxima de 30 anos, 14 anos com os benefícios das leis p criminoso ela vai ficar presa somente três anos e seis meses, e o restante no seme aberto

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