Justiça solta acusado de abusar de criança autista no interior do Ceará: ele namorava a mãe da vítima

Acusado foi solto após audiência de custódia. O caso revoltou a população, que cobra justiça e proteção para a vítima e sua família.

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A prisão e liberação de um homem acusado de abusar de uma criança autista de apenas 6 anos geraram revolta em Ararendá, Ceará. O caso, registrado no último domingo (8), envolve um suspeito que mantinha relacionamento com a mãe da vítima. Após ser preso em flagrante pela polícia, o homem foi liberado durante audiência de custódia no mesmo dia, despertando questionamentos sobre o sistema de justiça.

Como o crime foi descoberto?

De acordo com as autoridades, no dia 2 de dezembro, o acusado convenceu a mãe da criança a permitir que ele a levasse para um passeio. Ao retornar, a mãe percebeu sinais preocupantes e, desconfiada, levou a criança para exames médicos no Núcleo da Perícia Forense, onde o abuso foi confirmado.

A mãe, ao denunciar o caso, revelou também que estava sendo ameaçada de morte pelo suspeito, tanto antes quanto após a denúncia. Segundo o relato dela, o homem tentou intimidá-la para evitar a exposição do crime.

Reação da polícia e audiência de custódia

O acusado foi preso no domingo pela composição policial de Ararendá e encaminhado para Crateús, onde o flagrante foi lavrado pelo delegado de plantão. No entanto, em audiência de custódia, ele foi liberado, o que revoltou moradores e lideranças locais.

A liberação gerou um forte sentimento de indignação, com cobranças por justiça e segurança para a família da vítima. A polícia segue investigando o caso, enquanto o suspeito permanece em liberdade, aumentando as tensões na região.

Sociedade local exige justiça

A repercussão do caso foi intensa. Grupos locais e lideranças de Ararendá pedem maior proteção para a família e punição rigorosa ao suspeito. A situação também destaca preocupações com a aplicação das leis em casos de abusos contra menores e pessoas vulneráveis.

Organizações sociais e autoridades locais reforçam o apelo por ações que garantam a segurança da vítima e de sua família, que continuam sob risco devido às ameaças relatadas.

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