A vaselina usada no slugging pode deixar a pele mais macia e as linhas finas menos visíveis por um período, mas não apaga rugas nem promove rejuvenescimento. O efeito decorre da retenção de água na superfície da pele, e não de uma ação sobre as camadas mais profundas.
O produto forma uma barreira oclusiva que diminui a perda de água pela camada mais externa. Com a hidratação preservada, a textura pode parecer mais uniforme e as marcas de expressão, temporariamente suavizadas. A melhora visual não significa estímulo de colágeno ou renovação celular.
Como aplicar
No slugging, a vaselina deve ser usada como última etapa da rotina noturna, depois da limpeza, do sérum e do hidratante. Uma camada fina ajuda a selar os produtos aplicados antes e a reduzir a evaporação de água durante a noite. Usá-la sozinha limita o resultado à barreira física.
Peles secas tendem a perceber mais conforto e viço, e o produto também pode ser útil para quem enfrenta ressecamento intenso associado ao uso de ácidos esfoliantes. A frequência deve considerar o tipo de pele, e algumas noites da semana podem ser suficientes.
Em peles oleosas ou com tendência a cravos, o excesso pode pesar e interferir na renovação natural. Por isso, a aplicação deve ser ajustada à resposta de cada rosto, evitando exageros.
A tendência do slugging ganhou força em 2026, mas a vaselina não tem propriedade comprovada no texto para reduzir rugas de forma duradoura. Seu papel é conservar a hidratação e complementar a rotina, não substituir cuidados voltados à renovação celular ou ao colágeno.

