Estadão diz que Eduardo Bolsonaro teria articulado saída de Flávio do Brasil
A reportagem relaciona a declaração de Eduardo sobre uma possível mudança do irmão à apreensão dos passaportes autorizada por Alexandre de Moraes.
A reportagem relaciona a declaração de Eduardo sobre uma possível mudança do irmão à apreensão dos passaportes autorizada por Alexandre de Moraes.
Tiago Pavinatto levantou suspeitas sobre Tarcísio, mas não apresentou provas de repasse de informações ao STF.
A defesa de Jair Bolsonaro pediu autorização a Alexandre de Moraes para que o senador Rogério Marinho o visite em uma das três datas indicadas para novembro.
A reportagem atribui a fontes da Casa Rosada relatos sobre a atuação de Caputo e afirma que o grau de envolvimento dos governos ainda não está esclarecido.
Na carta, o senador acusa a eleição de fraude, diz que está nos Estados Unidos com a família e promete liderar a oposição do exterior.
Temer afirmou que a reconciliação entre os brasileiros exige superar a divisão política, mas disse não acreditar que Lula conceda anistia a Bolsonaro.
Deputados oposicionistas pedem explicações sobre possível participação do governo argentino no deslocamento de Flávio Bolsonaro e cobram o reconhecimento da vitória de Lula.
Eduardo Bolsonaro e Alexandre Ramagem publicaram fotos ao lado de Flávio Bolsonaro, que chegou aos Estados Unidos na manhã de quarta-feira (28).
O analista Pedro Venceslau citou possíveis sanções e a retomada da Lei Magnitsky como cenários de preocupação, sem anúncio de medidas concretas por Washington.
Flávio Bolsonaro se apresentou como “presidente eleito” em comunicado divulgado após chegar aos Estados Unidos e alegou fraude eleitoral.
Na legenda da foto, Flávio disse que o dia anterior havia sido longo e difícil e afirmou que os irmãos seguem firmes em seus objetivos.
Trump disse que não vai se envolver após Flávio Bolsonaro se declarar presidente eleito em carta; o senador depois alterou a expressão no documento.
O Flightradar24 informou que 927 mil pessoas acompanharam o voo de Flávio Bolsonaro até Miami. No pouso, 53.466 ainda monitoravam a aeronave.
A PF afirma que a violação da ordem sobre os passaportes não torna o senador foragido nem autoriza prisão automaticamente; juristas apontam possíveis medidas judiciais.
Jornais dos Estados Unidos, Reino Unido e América Latina noticiaram a viagem. Flávio usou passaporte italiano e fez escala no Equador antes de chegar a Miami.