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Dinheiro

Lula reconhece custo de vida alto e destaca indicadores econômicos do governo

Lula reconheceu que o custo de vida está alto em relação aos salários, mas destacou dados de inflação, emprego, renda e reajustes do salário mínimo.

Lula reconhece custo de vida alto e destaca indicadores econômicos do governo

O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), reconheceu nesta quarta-feira (16) que o custo de vida está alto em relação aos salários recebidos pela população. Durante participação no podcast Desce a Letra, ele afirmou, porém, que os resultados econômicos de seu governo apresentaram melhora na comparação com a gestão anterior.

“Eu sei que o custo de vida não está barato; eu sei que está caro”, declarou Lula. Em seguida, o presidente relacionou a percepção sobre os preços ao rendimento dos trabalhadores. “Ainda assim, o custo de vida está caro – mas comparado a quê? Comparado ao salário da pessoa que ganha hoje”, disse.

Inflação, emprego e renda

Na entrevista, Lula afirmou que o país tem “a menor inflação acumulada em quatro anos”. O presidente também destacou os reajustes do salário mínimo acima da inflação e disse que o Brasil registra a maior massa salarial de sua história.

Outro dado mencionado por Lula foi a taxa de desemprego de 5,3%. Ele classificou o percentual como o melhor resultado histórico do mercado de trabalho.

Ao abordar especificamente os preços dos alimentos, o presidente afirmou que a alta registrada durante seu governo foi de 13% em quatro anos. Em contraste, citou uma elevação de 56% no período que atribuiu aos adversários.

Recuperação de estruturas

Lula também defendeu que a atual gestão precisou recuperar estruturas e políticas públicas. “Nós pegamos um avião nas alturas”, declarou, ao sustentar que foram necessários dois anos e meio para realizar esse processo.

As declarações foram feitas no contexto da defesa dos resultados econômicos do governo. Ao mesmo tempo, o presidente reconheceu que o custo de vida continua caro quando comparado aos salários recebidos pela população.