A energia solar fotovoltaica representa 22% da matriz elétrica brasileira e é a segunda maior fonte do país, atrás da hidrelétrica, segundo os dados apresentados no conteúdo publicado pelo R7 Conteúdo e Marca. O material também informa que, em 2025, fontes fotovoltaicas somaram aproximadamente 55 gigawatts (GW) de potência.
A reportagem destaca a possibilidade de reduzir a conta de luz e a dependência de outras fontes de energia. Os resultados, porém, variam conforme as necessidades do imóvel e o dimensionamento do sistema.
Alexandre Bernardes, fundador da empresa Abinsaut, afirma que o retorno do investimento ocorre em aproximadamente dois anos e meio. Segundo ele, clientes residenciais podem reduzir a conta em até 95%, enquanto empresas podem alcançar até 85% de redução; algumas tarifas permanecem.
Bernardes diz que o sistema mais adequado não é necessariamente o maior, mas aquele dimensionado para cada cliente. Ele também prevê que baterias terão papel importante no futuro da energia solar.
A Abinsaut, fundada em 2015, informa atuar em mais de 130 cidades de oito estados e ter instalado mais de 5 mil usinas. A empresa afirma ser a maior do setor em Goiás. Os números e a avaliação sobre o retorno e a economia são atribuídos à empresa e ao seu fundador.

