A Ri Happy pediu recuperação extrajudicial para renegociar parte das dívidas e reorganizar as finanças. A empresa informou que uma parcela dos credores já aderiu à proposta, mas não divulgou o valor incluído no acordo nem as condições de pagamento.
O pedido foi apresentado 48 dias depois de a BluSun Capital Partners assumir 100% do grupo, no fim de agosto. Após a aquisição, a nova gestão anunciou mudanças nas equipes corporativas, planos para transferir a sede e uma revisão de custos, sem informar quantos funcionários poderiam ser afetados.
Na recuperação extrajudicial, a companhia busca validar na Justiça um acordo negociado com credores. Segundo as informações do JusBrasil, o processo envolve a apresentação do plano, a comunicação aos credores, a possibilidade de objeções e uma decisão judicial sobre a homologação. A fonte não informa em que etapa está o pedido da Ri Happy.
Já a 4ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro determinou, na segunda-feira (19), o encerramento da recuperação judicial da Americanas e de algumas subsidiárias. A Justiça concluiu que as obrigações do plano foram cumpridas. A administração judicial e o Ministério Público do Rio de Janeiro apoiaram o encerramento, mas a decisão ainda pode ser objeto de recurso.
O fim da recuperação judicial não encerra todas as disputas: questões sobre valores devidos e outros procedimentos podem continuar na Justiça. O Grupo Casas Bahia, por sua vez, aguarda decisão judicial sobre seu pedido, segundo o texto de referência.

