O Concurso Nacional Unificado (CNU) 2025 abriu inscrições em todo o país. O prazo segue até o dia 20 de julho, com taxa de R$ 70, que deve ser paga até 21 de julho. O edital foi publicado na segunda-feira (30), no Diário Oficial da União (DOU). A Fundação Getúlio Vargas (FGV) será a banca organizadora responsável pela aplicação das provas.
As provas objetivas ocorrerão em 5 de outubro, das 13h às 18h, em 228 cidades, abrangendo todos os estados brasileiros e o Distrito Federal. Já a prova discursiva será aplicada em 7 de dezembro. A primeira lista de classificados está prevista para ser divulgada em 30 de janeiro de 2026.
Cargos agrupados em blocos temáticos e única inscrição por candidato
Os cargos ofertados foram organizados em nove blocos temáticos, agrupando funções de áreas semelhantes. O modelo, já adotado na edição anterior, permite ao candidato disputar múltiplas vagas dentro de um mesmo bloco, utilizando apenas uma inscrição.
Durante o processo de inscrição, o candidato deverá escolher sua ordem de preferência com base em sua formação acadêmica, experiência profissional e interesses.
Sistema de cotas traz maior diversidade à seleção
O edital do CNU 2025 apresenta nova divisão das vagas com base em cotas. A distribuição está da seguinte forma:
- 65% para ampla concorrência
- 25% para pessoas negras
- 5% para pessoas com deficiência
- 3% para indígenas
- 2% para quilombolas
Além disso, a convocação para a segunda fase do concurso buscará paridade de gênero. Se um cargo tiver 10 vagas, e o edital prever nove vezes esse número de convocados para a etapa seguinte, serão chamados 90 candidatos — 45 homens e 45 mulheres, desde que ambos tenham alcançado a nota mínima exigida.
Essa regra será aplicada tanto para as vagas de ampla concorrência quanto para as destinadas às cotas, com o objetivo de promover equilíbrio entre homens e mulheres nas fases seguintes do concurso e, posteriormente, nas nomeações.
Processo de segurança inclui participação da Abin e do Ministério da Justiça
O CNU 2025 contará com novos protocolos de segurança para evitar fraudes. Cada candidato será identificado por meio de um código de barras individual e deverá escrever uma frase de próprio punho durante a prova.
A segurança do concurso será reforçada com a participação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e do Ministério da Justiça e Segurança Pública. A Escola Nacional de Administração Pública (Enap) será responsável pela execução e gestão do processo seletivo.
