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Rumores sobre saúde de Kim Jong-un circulam sem confirmação

Alegações sobre hemorragia, coma e transferência de Kim Jong-un a um hospital em Pequim não foram confirmadas oficialmente nem por evidências independentes.

Rumores sobre saúde de Kim Jong-un circulam sem confirmação

Mensagens disseminadas nas redes sociais neste fim de semana afirmam que Kim Jong-un, líder da Coreia do Norte, teria sofrido uma hemorragia cerebral grave e estaria em coma. Também dizem que ele teria sido levado a um hospital em Pequim. Não há confirmação oficial nem evidências independentes que comprovem essas alegações.

O jornal britânico The Sun relatou a circulação de mensagens sobre uma suposta internação no Peking Union Medical College Hospital. Segundo a versão compartilhada nas redes, a transferência teria sido motivada por limitações da estrutura médica disponível na capital norte-coreana.

Wanjun Xie, ligado ao Partido Democrático da China, afirmou em uma publicação na rede social X que especialistas médicos chineses teriam sido enviados à Coreia do Norte antes de uma possível transferência do líder. Não foram apresentadas provas públicas que confirmem essa afirmação.

Outras publicações chegaram a dizer que Kim teria morrido no hospital e que seu corpo teria sido levado secretamente de volta à Coreia do Norte. Os governos norte-coreano e chinês não confirmaram emergência médica nem internação do dirigente.

Rumores sobre a saúde de Kim também circularam em 2020, quando sua ausência de eventos públicos alimentou especulações sobre uma possível cirurgia cardiovascular e até sobre sua morte. Ele voltou a aparecer em público semanas depois. A falta de transparência oficial dificulta a verificação, mas a ausência de aparições, isoladamente, não comprova doença ou incapacidade.

Imagens divulgadas pela imprensa estatal mostram Kim na inauguração de um museu de defesa em Pyongyang, em 11 de outubro. Essa visita é o registro público mais recente citado nas reportagens sobre os rumores. Até que haja informações verificáveis, as alegações sobre hemorragia, coma ou morte permanecem sem confirmação.