O Ceará confirmou o primeiro foco de gripe aviária em aves de subsistência no município de Quixeramobim, no Sertão Central. A confirmação foi feita na quinta-feira, 17, após análise do Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP), de amostras enviadas em 8 de julho.
Ações imediatas após confirmação
A Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Adagri) iniciou na sexta-feira, 18, medidas previstas no Plano Nacional de Contingência de Influenza Aviária. Houve interdição da propriedade e eutanásia das aves, seguindo protocolos sanitários. Também começou uma investigação em um raio de 10 quilômetros para identificar possíveis vínculos com outras propriedades.
Garantia de segurança no consumo
A Adagri informou que o consumo de carne de aves e ovos permanece seguro, seja de criações domésticas ou estabelecimentos comerciais. A doença não é transmitida por meio do consumo desses alimentos, não havendo restrições para o abastecimento ou ingestão.
Contexto da gripe aviária no estado e no país
Este é o primeiro foco confirmado no Ceará. Um caso suspeito anterior, em Salitre, foi descartado após investigação. No Brasil, o Ministério da Agricultura registrou 181 casos de influenza aviária: 172 em aves silvestres, 1 em granja comercial e 8 em criações de subsistência.
Procedimentos para notificação de novos casos
A Adagri reforça a necessidade de comunicação imediata de qualquer suspeita. Aves com sinais respiratórios ou neurológicos devem ser reportadas pelo telefone 0800-2800410, disponível para atendimento em todo o estado.
