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Política

PL terá maior bancada do Senado a partir de 2027, com 28 senadores

O PL elegeu 19 dos 54 senadores em disputa e terá 28 integrantes na Casa a partir de 2027, formando a maior bancada.

PL terá maior bancada do Senado a partir de 2027, com 28 senadores

A partir de 2027, o PL ocupará a posição de maior bancada do Senado. A sigla obteve 19 das 54 vagas submetidas à votação neste ano e, considerando também os parlamentares que seguem no mandato, terá 28 integrantes na Casa.

Entre os demais partidos, o MDB elegeu sete senadores e o PT, seis. PP, PSB, União Brasil e Novo conquistaram três vagas cada. Republicanos, PSD, PSDB e Podemos elegeram dois representantes por legenda; Rede e PDT, um cada.

O PL ficou com as duas vagas em disputa no Distrito Federal, em Mato Grosso do Sul, no Rio de Janeiro, em Rondônia e em Santa Catarina. Também terá novos representantes eleitos no Acre, em Goiás, Minas Gerais, no Paraná, no Rio Grande do Sul, em Roraima, em São Paulo e no Tocantins.

Os novos nomes do MDB virão do Amazonas, do Pará, da Paraíba, do Piauí, de Roraima, de Sergipe e do Tocantins. Já o PT obteve os dois assentos da Bahia e elegeu representantes em Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe.

A votação renovou dois terços das cadeiras do Senado: foram escolhidos 54 dos 81 parlamentares, para mandatos de oito anos. Em cada estado e no Distrito Federal, duas vagas estavam em disputa. Os outros 27 senadores, eleitos em 2022, permanecem no cargo até 2031.

Na disputa pelo Senado, o critério é majoritário, ao contrário do sistema usado para a Câmara dos Deputados. Em cada unidade da Federação, são eleitos os dois candidatos que recebem mais votos; não há cálculo de quociente eleitoral nem segundo turno.

Além dos 28 senadores do PL, a composição total prevista terá nove integrantes do PT e oito do MDB. PP e Republicanos contarão com seis representantes cada, enquanto PSD e União Brasil terão cinco por partido. O PSB ficará com quatro senadores.

Wellington Dias (PT-PI), eleito em 2022, está entre os parlamentares que continuam com mandato. Ele está licenciado para exercer o cargo de ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Sua suplente, Jussara Lima (PSD), ocupa a cadeira. Se Dias voltar ao Senado, o PT passará a ter dez integrantes.

Assuntos: MinasSenadovagas