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Mulher trans é transferida de prisão feminina após engravidar duas detentas

Autoridades confirmaram relações consensuais, mas que violaram normas carcerárias.

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Autoridades confirmaram relações consensuais, mas que violaram normas carcerárias.

Uma mulher transgênero de 27 anos, identificada como Demi Minor, foi transferida de uma penitenciária feminina em Nova Jersey (EUA) para uma unidade masculina destinada a jovens adultos. A decisão ocorreu após investigações internas confirmarem que duas detentas engravidaram em decorrência de relações mantidas dentro da prisão.

Segundo autoridades do estado, as relações foram consensuais, mas violaram normas carcerárias. O episódio ocorreu no Edna Mahan Correctional Facility for Women, única prisão feminina de Nova Jersey, e rapidamente ganhou repercussão nacional.

Condenação e cumprimento de pena

Demi Minor cumpre pena de 30 anos de prisão por homicídio culposo. A transferência foi determinada após a administração penitenciária adotar medidas adicionais de segurança, com o objetivo de evitar novas ocorrências semelhantes.

Além disso, a mudança de unidade buscou reforçar protocolos internos e garantir maior controle sobre a convivência entre presos transgêneros e demais internos.

Debate sobre políticas prisionais

O caso abriu discussões sobre a necessidade de políticas específicas para a inclusão de pessoas transgênero no sistema prisional americano. Enquanto isso, autoridades seguem avaliando ajustes nas normas aplicadas em diferentes estados.

Por outro lado, organizações de direitos humanos acompanham o tema, destacando a importância de equilibrar segurança institucional e respeito à identidade de gênero dos detentos.

Declarações de Demi Minor

Após a transferência, Demi declarou temer pelo que poderia enfrentar na nova unidade. Em comunicado, afirmou:

“Como mulher transgênero, realmente temo o que me espera. É evidente que os funcionários buscaram algum tipo de justificativa de segurança para me expulsar da única unidade correcional feminina.”

Em seguida, acrescentou:

“Estou perplexa e enojada com esse uso de poder e só posso pedir que o comissário e o gabinete do governador me mandem de volta. Não mereço ser tratada assim.”