Na manhã desta terça-feira (11), a Polícia Civil realizou a segunda fase da operação “Anjos da Guarda”, desmantelando uma rede de exploração sexual infantil em Rio Verde, Goiás. Três pessoas foram presas temporariamente, incluindo a mãe de uma menina de 11 anos, acusada de alugar a própria filha para abusadores, além de dois homens envolvidos no caso.
As informações são do site Mais Goiás. As investigações começaram após a prisão em flagrante de um homem pelo crime de estupro de vulnerável em Santa Helena de Goiás, revelando uma organização criminosa dedicada à exploração sexual de crianças.
Mãe explorava filha e compartilhava vídeos comprovando crimes
Entre os envolvidos está a mãe da vítima. Ela supostamente negociava encontros sexuais da filha com abusadores e enviava gravações das relações para os clientes como forma de comprovar os crimes.
A primeira etapa da operação, realizada em outubro de 2024, resultou na prisão da mãe e do homem que foi flagrado abusando da criança. Após isso, o caso passou a ser conduzido pelo 2º DP/DPCA de Rio Verde, especializado em crimes contra crianças e adolescentes.
Avanço das investigações identifica novos envolvidos
Com base nas provas coletadas, como fotos, vídeos e conversas, a polícia identificou outros participantes da rede criminosa, cujas atividades ocorriam em Rio Verde. Além da mãe, já detida anteriormente, foram presos temporariamente dois homens: um de 30 anos e outro de 73 anos. Ambos são acusados de submeter a criança à prostituição e participação em crimes de estupro de vulnerável.
Os mandados de prisão temporária foram cumpridos após meses de investigação liderada pela Polícia Civil, utilizando provas digitais e depoimentos para embasar as acusações.
Suspeitos encaminhados ao Sistema Prisional
Após as prisões, os três suspeitos foram encaminhados ao Sistema Prisional de Goiás e permanecem à disposição da Justiça. O caso segue sob investigação para identificar possíveis outros envolvidos na rede de exploração sexual infantil.
A operação “Anjos da Guarda” demonstra o compromisso das autoridades em combater crimes contra crianças e adolescentes, garantindo punição aos responsáveis.
