Uma nova pesquisa do PoderData revela que a preferência dos brasileiros pelo governo de Lula da Silva“>Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recuou. Pela primeira vez, o número de eleitores que preferem a gestão de Jair Bolsonaro (PL) supera os que avaliam positivamente o governo atual.
Dados revelam empate técnico entre Lula e Bolsonaro
Segundo o levantamento, realizado entre os dias 14 e 16 de dezembro de 2024, 39% dos entrevistados consideram a gestão de Lula “pior” do que a de Bolsonaro. Enquanto isso, 37% afirmam que o governo petista é “melhor”.
O estudo, com margem de erro de 2 pontos percentuais, mostra um empate técnico, mas indica a queda na aprovação do atual presidente. Outros 21% dos entrevistados disseram não ver diferença significativa entre os dois governos, enquanto 4% não souberam responder.
Queda contínua na aprovação de Lula
Desde o início do terceiro mandato de Lula, em 2023, a percepção positiva sobre sua gestão vem caindo de forma constante. Em abril de 2023, 46% dos brasileiros afirmavam que a administração do petista era superior à de Bolsonaro. Agora, esse número caiu para 37%.
Essa mudança reflete um cenário de desconfiança crescente em relação ao governo atual, principalmente entre eleitores que antes demonstravam apoio ao PT.
Metodologia da pesquisa
O levantamento foi conduzido pelo PoderData, com 2.500 entrevistas realizadas em 181 municípios de todas as 27 unidades da federação. O intervalo de confiança é de 95%. A pesquisa reflete a opinião de eleitores de diversas regiões do país, abrangendo diferentes perfis econômicos e sociais.
Impactos no cenário político
A queda na preferência pelo governo Lula pode ter consequências significativas no cenário político nacional. Com a oposição fortalecida e a popularidade do governo em declínio, analistas apontam que o presidente enfrentará desafios crescentes para manter sua base de apoio sólida e implementar suas políticas.
A pesquisa também reforça o papel de Bolsonaro como figura central na política brasileira, mesmo após deixar a presidência. O ex-presidente mantém sua relevância e continua a ser uma referência para uma parcela significativa do eleitorado.
