Arlidis Ozuna Rubio, de 22 anos, foi atingida por um raio enquanto lavava roupas no quintal de casa, em um bairro da Colômbia. O impacto também atingiu uma árvore próxima, provocando uma cobra-para-comer-crianca-e-depois-tenta-explodir-casa-para-matar-ex/” title=”explosão” target=”_blank”>explosão que deixou a jovem debilitada, sem forças e com dificuldades auditivas.
Segundo informações locais, a ausência de atendimento médico imediato levou a família a recorrer a uma prática tradicional.
Família enterra jovem no quintal para retirar energia do corpo
Sem acesso rápido a serviços de saúde, os familiares decidiram enterrar a jovem no quintal da residência. Acreditavam que a terra poderia ajudar a extrair a energia elétrica do raio.
Arlidis permaneceu enterrada por cerca de quatro horas. Durante esse período, vizinhos e curiosos se aproximaram do local para acompanhar a situação.
Recuperação após quatro horas
Após o procedimento, a jovem conseguiu se recuperar do impacto. Apesar da gravidade do ocorrido, ela sobreviveu sem atendimento hospitalar imediato.
O caso chamou atenção pela prática utilizada, que reflete tradições locais diante da falta de recursos médicos em algumas regiões.
Contexto cultural e ausência de atendimento médico
Na Colômbia, especialmente em áreas afastadas, famílias recorrem a métodos tradicionais quando não há acesso rápido a hospitais. Nesse caso, a crença de que a terra neutraliza a energia do raio motivou a decisão.
Entretanto, especialistas em saúde alertam que o atendimento médico imediato é essencial em situações de descarga elétrica. Além disso, a prática não substitui cuidados hospitalares adequados.
Repercussão entre moradores
Durante as quatro horas em que Arlidis esteve enterrada, moradores se reuniram em frente à residência. O episódio gerou grande movimentação no bairro, com relatos de curiosidade e preocupação.
Por outro lado, a recuperação da jovem foi vista como um alívio para familiares e vizinhos.
