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John Hogue prevê guerra mundial de 27 anos, mas não há comprovação

O escritor associa a hipótese a conflitos no Oriente Médio e à guerra entre Rússia e Ucrânia, mas não há evidências que confirmem a previsão.

John Hogue prevê guerra mundial de 27 anos, mas não há comprovação

O escritor John Hogue, conhecido como “Nostradamus americano”, afirma que uma escalada de conflitos internacionais poderia levar a uma Terceira Guerra Mundial com duração de 27 anos. Segundo ele, o cenário poderia começar até 2028 e envolver tensões no Oriente Médio e entre Rússia e países europeus.

As declarações foram divulgadas em entrevista ao jornal britânico The Sun. Hogue diz interpretar textos atribuídos ao astrólogo Nostradamus para identificar possíveis acontecimentos futuros, mas suas previsões não são comprovadas.

Na hipótese apresentada pelo escritor, um ataque nuclear dos Estados Unidos a instalações subterrâneas do Irã poderia desencadear retaliações. Ele afirma que forças iranianas poderiam atacar embarcações norte-americanas e que outros países poderiam ser arrastados para a escalada.

Hogue também relaciona a profecia a uma figura chamada “Mabus”, que associa, em sua interpretação, ao príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman. Segundo essa leitura, a morte repentina do personagem seria o estopim do conflito. O escritor cita assassinato, golpe político ou acidente aéreo como possibilidades, sem apresentar comprovação de que algum desses eventos ocorrerá.

Outra parte da previsão envolve a guerra entre Rússia e Ucrânia. Hogue diz que uma intervenção direta de países europeus poderia levar a ataques russos contra instalações militares e industriais na Europa. Ele considera que a combinação das tensões no Oriente Médio e no Leste Europeu poderia ampliar o confronto.

Hogue afirma estudar profecias há cerca de quatro décadas. Não há evidências que comprovem a previsão de uma guerra mundial com duração definida ou de que um conflito nuclear começará até 2028. As declarações são uma interpretação pessoal de textos antigos, não uma avaliação militar confirmada.