Pular para o conteúdo
Mundo

Ibovespa recua antes de decisões de juros nos EUA e no Brasil

Ibovespa recua antes das decisões de juros do Fed e do Banco Central, com petróleo em baixa e investidores atentos ao STF, ao IBC-Br e ao IGP-10.

Ibovespa recua antes de decisões de juros nos EUA e no Brasil

O Ibovespa iniciou o pregão desta quarta-feira (16) em queda, enquanto investidores aguardam as decisões de política monetária do Federal Reserve e do Banco Central na chamada Super Quarta. A baixa do petróleo e a repercussão do julgamento realizado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) também influenciam os negócios.

Por volta das 10h11, no horário de Brasília, o principal índice da Bolsa brasileira recuava 0,14%, aos 186.236,85 pontos. No mesmo horário, o dólar à vista avançava 0,07% ante o real, cotado a R$ 5,1587. O índice DXY, que mede o desempenho da moeda norte-americana contra uma cesta de seis divisas fortes, subia 0,09%, aos 99.703 pontos.

Os cinco pontos no radar do mercado

Juros: nos Estados Unidos, a atenção está voltada para o comunicado e para o discurso do presidente do Fed, Kevin Warsh. A expectativa do mercado é de alta de 25 pontos-base nos juros norte-americanos. No Brasil, a projeção é de corte de 25 pontos-base, levando a taxa básica de 14% para 13,75% ao ano. Dados de atividade e inflação estão entre os fatores considerados, enquanto o El Niño permanece no radar.

Julgamento no STF: a Corte formou placar de 4 a 3 contra a questão de ordem apresentada por Gilmar Mendes. O ministro defendia que a abertura de investigação de Alexandre de Moraes fosse analisada junto ao processo sobre a atuação de André Mendonça. Também propôs a redistribuição da relatoria. Cristiano Zanin e Moraes votaram a favor; Edson Fachin, Mendonça, Luiz Fux e Cármen Lúcia votaram contra. Flávio Dino havia acompanhado Gilmar, mas pediu vista.

Atividade econômica: o IBC-Br caiu 0,2% em julho ante junho, acima do recuo de 0,10% esperado. Na comparação anual, houve alta de 1,1%.

Inflação: o IGP-10 subiu 1,47% em setembro, após queda de 0,51% em agosto, acumulando alta de 3,29% em 12 meses.

Petróleo: o Brent para novembro caía 1,03%, a US$ 107,63 o barril, enquanto o WTI para outubro recuava 1,56%, a US$ 104,18.