Facção incendeia barco avaliado em R$ 1,8 milhão após cobrança de taxa no Ceará

Empresário relata perda milionária após incêndio provocado por criminosos em Itarema.

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Na madrugada desta segunda-feira (8/12), um barco de pesca avaliado em R$ 1,8 milhão foi incendiado na Praia de Torrões, em Itarema, litoral do Ceará. O ataque ocorreu após ameaças de uma facção criminosa que atua na região.

Segundo relato do proprietário, o incêndio foi provocado porque ele não pagou uma taxa exigida pelos criminosos. No momento da ação, Martins estava viajando. Ele afirmou que possuía outros barcos, mas destacou que o destruído era um dos maiores e mais equipados.

Além do incêndio, os criminosos quebraram câmeras de vigilância e roubaram equipamentos de outra embarcação próxima. O empresário declarou que teme novos ataques caso não haja intervenção das autoridades.

Contexto do ataque

Facção criminosa amplia cobranças no município

De acordo com o relato, as cobranças impostas pela facção começaram recentemente. Elas não se limitam às embarcações, atingindo também o comércio local. Esse tipo de exigência tem afetado diretamente empresários e trabalhadores da região.

Martins afirmou que não houve resposta imediata da polícia ou de representantes políticos. Ele reforçou que perdeu um dos barcos mais valiosos de sua frota, avaliado em R$ 1,8 milhão, e que o prejuízo compromete sua atividade pesqueira.

Impactos econômicos e sociais

Prejuízo milionário para o setor pesqueiro

O incêndio representa uma perda significativa para o setor pesqueiro de Itarema. O barco destruído era considerado um dos mais modernos da frota do empresário. Além disso, o roubo de equipamentos de outra embarcação aumenta os danos financeiros.

Portanto, o episódio evidencia como a atuação de facções criminosas tem alcançado diferentes áreas da economia local. O comércio e a pesca, atividades essenciais para o município, estão sendo diretamente afetados.

Autoridades e segurança pública

Empresário cobra ação imediata

O empresário declarou que espera medidas concretas das autoridades para evitar novos ataques. Ele relatou que, até o momento, não houve resposta efetiva da polícia.

Entretanto, a situação reforça a necessidade de monitoramento constante e de estratégias de segurança para proteger embarcações e estabelecimentos comerciais.

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