Estudo revela que mulheres acima de 50 anos devem se alimentar das 10h às 18h para não perder a memória

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Em 2026, um estudo conduzido nos Estados Unidos traz insights inovadores sobre como o horário da alimentação pode influenciar o declínio cognitivo em idosos.

Realizado entre janeiro e junho deste ano, a pesquisa destacou que restringir a ingestão alimentar entre 10h e 18h pode beneficiar a saúde mental de mulheres idosas. As participantes que evitaram comer quatro horas antes de dormir apresentaram melhor desempenho em testes cognitivos.

O estudo analisou 47 mulheres com idade entre 50 e 79 anos, todas com sobrepeso. Divididas em dois grupos, um seguiu a janela alimentar de nove horas enquanto o outro manteve uma dieta tradicional de 12 horas.

Além da perda de peso, quem seguiu a alimentação restrita mostrou melhorias mais evidentes na cognição, um dado significativo considerando que a obesidade na meia-idade pode aumentar o risco de demência em 30%.

Importância do horário na dieta

A relação entre horários de alimentação e saúde cerebral está cada vez mais evidente. Até hoje, já se sabia que o tipo de alimento consumido influenciava a saúde geral.

Este estudo demonstra que a hora em que se come também impacta na prevenção ao declínio cognitivo. Ensaios anteriores sugeriram essa conexão, mas agora há uma compreensão mais profunda sobre como integrar o fator tempo em tratamentos preventivos.

Detalhes do estudo

O experimento seguiu por seis meses com 47 mulheres divididas entre duas abordagens alimentares distintas. Ambas as práticas resultaram em perda de peso, mas o grupo sob restrição temporal apresentou avanços cognitivos superiores.

Esses dados reforçam a hipótese de que o controle do horário das refeições pode ser crucial na manutenção da saúde mental nas idades mais avançadas.

Embora estes resultados sejam promissores, mais estudos são necessários para confirmar essa eficácia. A pesquisa abre caminho para futuras investigações sobre a influência de cronogramas alimentares na prevenção de doenças neurodegenerativas.

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