Em participação no programa “Falando a Verdade” desta quarta-feira (21), a delegada Maria Aparecida Corsato comentou pedidos relacionados à quebra de sigilo bancário que envolvem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo Corsato, não se deveria recorrer ao Judiciário para uma iniciativa desse tipo tendo apenas uma declaração pessoal como fundamento. Ela também citou o ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça ao imaginar uma possível decisão sobre o assunto.
A delegada estimou que a obtenção de informações bancárias por meio de procedimentos judiciais pode levar de dois a três meses. Com base nesse prazo, questionou se os dados poderiam ser obtidos e divulgados antes do segundo turno das eleições presidenciais, marcado para domingo (25).
A eventual quebra de sigilo depende dos procedimentos legais aplicáveis e não acontece automaticamente após uma declaração pública.

