Corpo de criança é encontrado enterrado em quintal de casa; mãe e padrasto são presos

Criança estava desaparecida havia quase vinte dias, segundo familiares.

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O corpo de menina de 5 anos foi localizado enterrado no quintal de uma residência em Itapetininga, interior de São Paulo, na tarde de 14 de outubro. A polícia identificou a mãe e o padrasto como principais suspeitos, ambos já estão presos temporariamente. O caso ganhou repercussão nacional pela gravidade e pelas circunstâncias da descoberta.

Segundo informações da CNN Brasil, a Delegacia de Investigações Gerais (DIG) conduz as apurações. Exames periciais foram solicitados ao Instituto de Criminalística (IC) e ao Instituto Médico Legal (IML) para esclarecer a causa da morte.

Identificação da vítima e suspeitos

A vítima foi identificada como Maria Clara Aguirre Lisboa. Os suspeitos são Rodrigo Ribeiro Machado, de 23 anos, padrasto da criança, e Luiza Aguirre Barbosa da Silva, de 25 anos, mãe da menina. Ambos tiveram prisão temporária decretada pela Justiça.

Enquanto isso, a investigação busca reunir provas técnicas e testemunhais para confirmar a dinâmica dos fatos. A expectativa é que os laudos periciais tragam respostas objetivas.

Desaparecimento e localização do corpo

De acordo com familiares, Maria Clara estava desaparecida havia quase vinte dias. Em seguida, buscas foram realizadas em diferentes pontos da cidade.

O corpo foi encontrado enterrado no quintal da casa onde o casal residia. Dessa forma, a descoberta encerrou as buscas e abriu nova fase da investigação, voltada para a responsabilização criminal.

Atuação das autoridades

A DIG de Itapetininga coordena as diligências. Além disso, o Conselho Tutelar também participou das buscas, mas não retornou aos contatos da imprensa até o momento.

Já que a perícia é fundamental, o IC e o IML foram acionados para realizar exames detalhados. Os resultados devem indicar a causa da morte e auxiliar na definição das circunstâncias.

Procedimentos periciais

O Instituto de Criminalística recolheu materiais para análise. Por outro lado, o Instituto Médico Legal ficou responsável pela necropsia.

Esses exames são considerados essenciais para esclarecer se houve violência física, negligência ou outro fator determinante. Dessa forma, a investigação poderá avançar com base em dados técnicos.

Repercussão e próximos passos

O caso repercutiu em todo o estado de São Paulo. Além disso, levantou questionamentos sobre a proteção de crianças em situação de vulnerabilidade.

Em seguida, a Justiça deverá avaliar os laudos e depoimentos para decidir sobre a manutenção da prisão dos suspeitos. Enquanto isso, a polícia segue colhendo informações de familiares e vizinhos.

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