A China apresentou tecnologias militares destinadas a detectar, rastrear e neutralizar drones considerados uma ameaça. O conjunto inclui radares, sistemas de interferência eletrônica, armas a laser e equipamentos de interceptação.
Em exercícios militares divulgados em outubro de 2026, forças chinesas demonstraram o uso combinado desses recursos contra ataques simulados. Segundo imagens divulgadas pela imprensa chinesa, os exercícios envolveram detecção por radar, interferência eletrônica e interceptação.
A estratégia busca ampliar a capacidade de identificar alvos em baixa altitude e responder a ameaças que podem ser difíceis de detectar por sistemas convencionais de defesa aérea. A China também desenvolve sistemas móveis de interferência, armas de energia direcionada e drones interceptadores.
Países têm investido em sistemas antidrones diante do avanço do uso dessas aeronaves em conflitos internacionais para vigilância, reconhecimento e ataques.

