Cearense é morta a facadas pelo ex-companheiro no Rio de Janeiro; acusado se entrega à polícia

Vítima residia no Rio desde 2019 e foi atacada dentro de casa, após desentendimento com o ex-companheiro

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Uma mulher natural de Crateús, no Ceará, foi morta pelo ex-companheiro na noite da última sexta-feira (30), na cidade do Rio de Janeiro. O crime ocorreu na Vila do João, na Avenida Brasil, próximo à passarela 6. A vítima foi identificada como Antônia Sandra de Oliveira Barros. Ela havia se mudado para o Rio em janeiro de 2019.

Vítima foi atacada dentro de casa

Segundo informações, Sandra foi atacada dentro de sua própria residência. O autor do crime, identificado como Jorge, teria ido ao local para conversar com a ex-companheira. Durante o encontro, houve uma discussão, e o homem desferiu várias facadas contra a vítima.

Mesmo após ter sido socorrida e levada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, Sandra não resistiu aos ferimentos e morreu em seguida.

Ex-companheiro não aceitava o fim do relacionamento

De acordo com relatos, o casal manteve um relacionamento por um período. No mês de dezembro do ano anterior, inclusive, ambos estiveram juntos em Crateús, onde visitaram familiares. No entanto, nos dias que antecederam o crime, os dois estavam separados, e o acusado não aceitava o término da relação.

As informações apontam que o ataque foi motivado pela insatisfação do acusado com o fim do relacionamento.

Vítima deixa três filhos que moram em São Paulo

Sandra deixou três filhos, que atualmente residem no estado de São Paulo. Ela havia morado anteriormente na localidade de Bom Rosário, em Crateús. Seus pais vivem na localidade de Gado Bravo, também no Ceará.

A última visita de Sandra à sua cidade natal ocorreu em dezembro do ano passado, quando esteve com familiares antes de retornar ao Rio de Janeiro.

Autor do crime se apresentou à polícia

Após cometer o crime, Jorge se apresentou à polícia. As circunstâncias da rendição não foram detalhadas, mas o fato foi confirmado por fontes ligadas à investigação.

As autoridades investigam o caso e devem apurar as motivações e os antecedentes do acusado, além de tomar as providências cabíveis conforme os procedimentos legais.

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