Casal de PM troca tiros dentro de carro no Eusébio; soldado morre

Armas foram apreendidas e caso segue sob investigação da CPJM.

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Um casal de policiais militares protagonizou um episódio grave no município de Eusébio, Região Metropolitana de Fortaleza, na tarde desta quarta-feira (3). O soldado e a soldado Larissa Gomes, que mantinham um relacionamento, iniciaram uma discussão dentro do veículo do PM. Durante o desentendimento, ambos sacaram suas armas e efetuaram disparos um contra o outro.

Segundo informações, o caso ocorreu na Avenida Cícero Sá, no Centro da cidade. Mesmo ferido, o homem conseguiu dirigir até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Eusébio para buscar socorro para os dois. Larissa não resistiu aos ferimentos e morreu após ser atingida por aproximadamente três disparos. O PM foi baleado na perna e permanece internado, sob escolta, no Instituto Doutor José Frota (IJF), em Fortaleza.

Procedimentos iniciais e apreensão das armas

Equipes da Polícia Civil e da Perícia Forense estiveram no local para realizar os primeiros levantamentos. A Polícia Militar do Ceará”>Polícia Militar do Ceará (PMCE) informou, em nota oficial, que as duas armas utilizadas pertencem à corporação. O material foi apreendido e encaminhado à Coordenadoria de Polícia Judiciária Militar e Disciplina (CPJM), responsável por conduzir os trâmites internos.

O caso segue em investigação para esclarecer as motivações da troca de tiros. Até o momento, não foram divulgados detalhes adicionais sobre o andamento das apurações.

Internação e acompanhamento médico

O soldado permanece internado no IJF, em Fortaleza, sob escolta de colegas da corporação. O hospital não divulgou boletim médico detalhado, mas confirmou que o policial foi atingido na perna. A presença de escolta reforça o protocolo de segurança adotado em situações que envolvem agentes da própria corporação.

Impacto na comunidade e protocolos de segurança

O episódio mobilizou rapidamente as forças de segurança e chamou atenção da população local. A troca de tiros em via pública, envolvendo agentes armados, reforça a necessidade de protocolos rígidos de acompanhamento e investigação. Além disso, a atuação imediata da Polícia Civil e da Perícia Forense demonstra o cumprimento dos procedimentos oficiais em casos de violência envolvendo servidores públicos.

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