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Câmara aprova lei que estabelece aposentadoria aos 75 anos no Brasil

A Câmara dos Deputados do Brasil tomou uma decisão importante neste dia 14 de maio, ao aprovar a regulamentação da aposentadoria compulsória para trabalhadores públicos aos 75 anos. Essa medida aplica-se aos contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estendendo a

Plenário da Câmara dos Deputados em Brasília durante sessão de votação da nova lei de aposentadoria.
Deputados federais aprovam projeto que estabelece a idade de 75 anos para aposentadoria no Brasil.

A Câmara dos Deputados do Brasil tomou uma decisão importante neste dia 14 de maio, ao aprovar a regulamentação da aposentadoria compulsória para trabalhadores públicos aos 75 anos. Essa medida aplica-se aos contratados sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), estendendo a regra já vigente, conforme a Lei Complementar 152/15. Agora, a proposta segue para apreciação no Senado.

A regra geral é a aposentadoria compulsória aos 75 anos, mas o projeto prevê exceções limitadas para profissionais em áreas estratégicas. O objetivo é permitir que profissionais contribuam mais tempo, beneficiando-se da experiência adquirida.

Essa mudança busca otimizar a utilização de habilidades técnicas no setor público, com impactos potenciais nas áreas de pesquisa e inovação.

Efeitos no mercado de trabalho

A implementação da aposentadoria compulsória aos 75 anos promete transformar o mercado de trabalho público. Além de permitir que servidores experientes permaneçam ativos por mais tempo, cria-se um ambiente em que suas competências técnicas são vistas como um recurso valioso.

Instituições como Embrapa e Petrobras podem, assim, garantir a continuidade de projetos essenciais, aproveitando a vasta experiência de seus colaboradores.

Contexto 

Esta mudança legislativa segue um cenário global em que a força de trabalho está envelhecendo, necessitando de ajustes nas políticas de aposentadoria. Ao garantir a proteção dos direitos trabalhistas, como o saldo de salário e FGTS, após a extinção do vínculo empregatício, a regulamentação proporciona segurança aos profissionais que contribuíram durante décadas. 

Agora, o Senado deve discutir a proposta até o final de 2026, com a esperança de um desfecho favorável ao interesse público.

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