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Apenas 10% dos brasileiros aproveitaram essa chance de “acabar” com as dívidas

Lançado pelo governo federal no início de maio, o Desenrola 2.0 promete ajudar famílias brasileiras a renegociarem suas dívidas com juros mais baixos, mais parcelas e maior prazo para pagar. Porém, o programa ainda não beneficiou tantas famílias quanto se poderia imaginar. De acordo com

Pessoa analisando contas e calculadora no celular, representando renegociação de dívidas e planejamento financeiro.
Apenas uma pequena parcela dos brasileiros aproveitou as oportunidades recentes de renegociação para quitar suas pendências financeiras.

Lançado pelo governo federal no início de maio, o Desenrola 2.0 promete ajudar famílias brasileiras a renegociarem suas dívidas com juros mais baixos, mais parcelas e maior prazo para pagar. Porém, o programa ainda não beneficiou tantas famílias quanto se poderia imaginar. De acordo com uma pesquisa da Genial Quaest, apenas 10% dos brasileiros afirmaram ter se beneficiado do programa.

Segundo a coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, essa pesquisa foi feita entre os dias 6 e 8 de junho com mais de duas mil pessoas (com margem de erro de dois pontos percentuais).

Ainda que pareça um número muito baixo em comparação a todo o resto da população brasileira, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou na última terça-feira (9) que mais de seis milhões de pessoas e famílias renegociaram dívidas com o Desenrola 2.0. Em entrevista ao UOL, Durigan estima que esse número deve chegar aos 10 milhões até o fim de junho. E esse número ainda vai aumentar, já que o programa é válido até o início de agosto.

Desenrola 2.0

O programa é voltada para famílias com renda mensal de até cinco salários mínimos (R$ 8.105 em 2026) e dívidas relacionadas ao cartão de crédito, cheque especial ou crédito pessoal (CDC). Essas dívidas precisam ter sido contraídas até 31 de janeiro deste ano e estarem atrasadas há pelo menos 90 dias e dois anos. Os descontos renegociados através do programa podem chegar a 95% do valor da dívida.

Para aderir ao programa, você precisa entrar em contato diretamente com o seu banco, seja através de telefone, WhatsApp, aplicativo ou comparecendo a uma das agências bancárias.

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