# Vírus extremamente contagioso já atingiu 90% da população brasileira e não tem cura

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- Published: 2026-04-05T00:30:05-03:00
- Author: Felip trends

Um [vírus](https://nordeste7.com.br/primeiro-caso-de-variante-letal-da-mpox-e-confirmado-no-brasil-em-sao-paulo/)
extremamente comum e de fácil transmissão já atingiu mais de 90% da [população](https://nordeste7.com.br/homem-e-agredido-e-queimado-vivo-por-moradores-apos-feminicidio-e-tentativa-de-homicidio/)
[brasileira](https://nordeste7.com.br/ilha-brasileira-brilhante-cobra-apenas-50-centavos-de-turistas-mas-nao-permite-novos-habitantes/)
adulta: o herpes simples. Apesar da alta taxa de contágio, a maioria das pessoas
infectadas nunca desenvolve sintomas, segundo dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A infecção, no entanto, não tem cura e pode se manifestar ao longo da vida, especialmente
em momentos de queda da imunidade.

Causado pelo vírus Herpes simplex (HSV), o herpes se divide em dois tipos principais.
O tipo 1 está associado, na maioria dos casos, a lesões nos lábios, enquanto o tipo
2 costuma provocar feridas na região genital, sendo classificado como infecção sexualmente
transmissível (IST).

Após entrar no organismo, o vírus permanece “adormecido” nas terminações nervosas
e pode ser reativado por fatores como estresse, exposição ao sol, alterações hormonais
ou doenças que enfraquecem o sistema imunológico.

Quando ativo, o herpes provoca sintomas como bolhas, feridas, coceira, dor e vermelhidão.
As lesões costumam desaparecer espontaneamente em um período de cinco a 14 dias.

Foto: (Reprodução/Freepik)

## **Transmissão e cuidados**

A transmissão ocorre principalmente por contato direto com secreções contaminadas,
como saliva ou lesões na pele. Beijos, compartilhamento de objetos pessoais e relações
sexuais sem proteção estão entre as formas mais comuns de contágio.

Especialistas alertam que, embora não seja considerada uma doença grave na maioria
dos casos, o herpes pode facilitar a entrada de outras infecções, como HIV e sífilis,
quando há feridas ativas.

Para reduzir o risco de transmissão e recorrência, recomenda-se evitar contato com
lesões, utilizar preservativos, manter bons hábitos de saúde e fortalecer o sistema
imunológico.

## **Tratamento controla sintomas, mas não elimina o vírus**

Não há cura para o herpes, mas o tratamento pode ajudar a reduzir a duração e a 
intensidade das crises. Medicamentos antivirais, quando prescritos por profissionais
de saúde, são utilizados para controlar os sintomas e diminuir a frequência das 
recorrências.

Além disso, hábitos como alimentação equilibrada, controle do estresse e acompanhamento
médico são considerados fundamentais para conviver com o vírus e evitar novas manifestações.

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