Uma nutricionista alerta que tomar paracetamol sem um segundo medicamento pode sobrecarregar o fígado e poucas pessoas sabem disso

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O paracetamol é um dos remédios mais usados para aliviar dores e febre, mas uma nutricionista alertou que o uso frequente ou em doses elevadas pode aumentar a sobrecarga sobre o fígado. Segundo ela, muita gente toma o medicamento sem prestar atenção no impacto que ele pode causar no organismo ao longo do tempo.

O alerta chamou atenção principalmente porque o remédio costuma ser visto como algo simples e seguro no dia a dia, inclusive em situações de automedicação.

A especialista afirma que o problema não está apenas no uso exagerado, mas também no hábito de consumir analgésicos sem necessidade real.

Especialista recomenda associação com outro composto

A nutricionista citou a N-acetilcisteína como uma substância usada em contextos relacionados à proteção hepática associada ao uso de paracetamol.

Ela explica que o paracetamol exige trabalho intenso do fígado durante o processo de metabolização, especialmente em doses mais altas, como comprimidos de 1 grama.

Por isso, a recomendação envolve cautela com o consumo frequente do remédio, principalmente quando ele é utilizado sem orientação médica.

Fígado funciona como principal filtro do corpo

A profissional descreve o fígado como um órgão responsável por processar substâncias vindas da alimentação, medicamentos, álcool e outros compostos absorvidos pelo organismo.

Segundo ela, esse trabalho acontece continuamente, o que faz com que hábitos repetitivos possam aumentar a carga sobre o órgão ao longo do tempo.

Ela também afirma que ultraprocessados, bebidas alcoólicas e excesso de medicamentos podem contribuir para maior desgaste hepático.

Uso de remédios “por garantia” preocupa

Outro ponto citado é o hábito de tomar analgésicos mesmo sem necessidade clara.

Ela afirma que muitas pessoas utilizam medicamentos “por garantia” ou antes mesmo de avaliar a intensidade real dos sintomas.

No caso do paracetamol, o alerta envolve justamente o consumo frequente sem acompanhamento adequado, algo que pode passar despercebido por ser um remédio comum no cotidiano.

Alimentação e rotina também influenciam

Além dos medicamentos, a especialista afirma que alimentação, sono e estresse interferem diretamente na saúde do fígado.

Ela recomenda uma rotina com menos alimentos ultraprocessados, redução do álcool e maior consumo de frutas, verduras e legumes.

A nutricionista também destaca a importância do descanso e da atividade física regular para reduzir impactos negativos sobre o organismo ao longo do tempo.

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