A disputa ficou mais apertada e trouxe mudanças que alteraram a estratégia dos participantes desde o início do episódio. Além da formação inesperada das equipes, os cozinheiros precisaram lidar com decisões rápidas e novas regras que influenciaram diretamente o resultado da noite.
Com o número de competidores diminuindo a cada semana, cada prova passa a ter um peso ainda maior. Desta vez, a combinação entre trabalho em grupo, criatividade e gestão dos ingredientes colocou os participantes diante de desafios que exigiram adaptação do começo ao fim.
Sorteio forma as equipes e muda a estratégia da disputa
Antes mesmo de a primeira prova começar, os participantes descobriram que os grupos seriam definidos por sorteio. A distribuição foi feita com o tradicional sorteio no palitinho, impedindo que os cozinheiros escolhessem seus próprios aliados.
As capitãs da rodada foram Taís e Juliana. Como havia vencido a última prova da semana anterior, Taís recebeu o direito de decidir qual equipe lideraria depois que os grupos foram sorteados.
A formação aleatória dos times obrigou os competidores a trabalhar com diferentes perfis de colegas, exigindo organização e comunicação para cumprir todas as tarefas dentro do tempo disponível.
Festa vintage inspira a primeira prova da noite
Já com as equipes definidas, veio o anúncio do desafio principal: preparar um cardápio inspirado em festas nostálgicas.
Cada grupo precisava apresentar pelo menos cinco receitas, sendo:
- três pratos salgados;
- dois doces.
Apesar da liberdade para escolher o cardápio, todas as preparações deveriam seguir a proposta de uma festa com temática vintage. O tempo total foi de duas horas, dividido em duas etapas.
Durante a prova, os cozinheiros mudaram receitas, discutiram alternativas para o menu e precisaram administrar divergências sobre quais pratos tinham mais chance de agradar aos jurados.
Na avaliação, além dos chefs, participaram como convidados Ronnie Von, Sandra de Sá e Márcio, do Trio Los Angeles. Enquanto os jurados apresentaram observações técnicas, os convidados também contribuíram para a decisão final ao experimentar os preparos.
Depois da degustação, a equipe azul, comandada por Taís, foi declarada vencedora e garantiu vaga no mezanino.
A tranquilidade, porém, durou pouco. Antes de subir, os integrantes precisaram indicar quem havia contribuído menos para o desempenho do grupo. Carla recebeu o maior número de votos e, mesmo pertencendo à equipe vencedora, foi enviada para a prova eliminatória.
Eliminação teve foco no aproveitamento integral dos alimentos
A segunda etapa da noite apresentou uma proposta diferente das anteriores. O desafio tinha como principal objetivo estimular o desperdício zero.
Os cozinheiros receberam ingredientes pouco valorizados na cozinha e precisaram criar pratos utilizando cada item da forma mais completa possível.
Outro elemento aumentou o grau de dificuldade. Coube a Taís, capitã da equipe vencedora, escolher qual ingrediente seria utilizado por cada participante.
Depois veio uma nova surpresa. Além de descobrir o ingrediente obrigatório, cada competidor recebeu um limite diferente de insumos que poderia retirar do mercado para montar a receita. Eles tiveram apenas três minutos para fazer essa escolha antes de iniciar uma prova com duração de uma hora.
Com menos opções disponíveis, o planejamento passou a ser tão importante quanto a execução dos pratos.
Resultado da prova definiu quem avançou e quem deixou a competição
Após a avaliação dos chefs, Gabriela conquistou o melhor desempenho da prova de eliminação e recebeu o pin da semana.
Também garantiram permanência na competição Patric, Jesuíno, Carla e Maria Eduarda.
Na outra ponta da classificação ficaram Jéssica e Maria, responsáveis pelos dois pratos com pior avaliação da noite. Ao analisar os preparos, os chefs entenderam que Maria não conseguiu aproveitar adequadamente a cenoura, ingrediente que havia recebido para o desafio. Como consequência, ela foi eliminada da competição.
Com menos participantes na disputa, a margem para erros diminui a cada episódio. As novas dinâmicas mostram que, além de cozinhar bem, os competidores precisam se adaptar rapidamente às mudanças nas regras, administrar a pressão e aproveitar ao máximo cada ingrediente para seguir na competição.
