Um texto de opinião questiona a atuação do ministro Zanin em um pleito e manifesta preocupação com o impacto do episódio sobre as instituições brasileiras. O autor levanta dúvidas sobre uma decisão monocrática que, segundo o texto, estendeu o horário de votação por duas horas.
Também questiona como teria ocorrido uma reversão de quase 10 milhões de votos em favor do candidato que, de acordo com o autor, perdeu o primeiro turno por mais de 2 milhões de votos. O texto ainda pergunta por que o ministro, que teria sido advogado do candidato vencedor, não se declarou impedido.
O autor classifica a intervenção de Zanin no pleito como “inusitada e questionável” e afirma que a nação aguarda o desenrolar dos fatos. Defende que o processo resulte em paz e que a lisura das eleições seja observada por outras nações democráticas.
Ao final, o texto afirma que os cristãos são pacíficos, mas têm o direito de se indignar quando consideram que o futuro do país está em jogo. Também pede que aqueles que, na avaliação do autor, estão agarrados ao poder aceitem os fatos de forma pacífica, sem contendas.
As afirmações e perguntas são apresentadas como opinião do autor; o texto não identifica o pleito nem fornece elementos para verificar os números ou as circunstâncias mencionadas.

