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Siri do iPhone vai ficar muito inteligente e agora será divertido utilizá-la

A Apple finalmente está pronta para dar o salto que os usuários esperavam há anos: transformar a Siri em uma assistente realmente inteligente, contextual e útil no dia a dia. E, para isso, a empresa de Cupertino decidiu apostar pesado em inteligência artificial — com ajuda…

A Apple finalmente está pronta para dar o salto que os usuários esperavam há anos: transformar a Siri em uma assistente realmente inteligente, contextual e útil no dia a dia. E, para isso, a empresa de Cupertino decidiu apostar pesado em inteligência artificial — com ajuda de um velho conhecido.

Segundo informações do jornalista Mark Gurman, da Bloomberg, a Apple vai integrar a IA Gemini, do Google, à próxima grande evolução da Siri, marcando uma das mudanças mais profundas da assistente desde o seu lançamento.

De acordo com Gurman, o lançamento será feito em duas etapas:

  • Preview inicial: previsto para a segunda quinzena de fevereiro, nas próximas semanas
  • Versão completa: ao longo de 2026, integrada ao ecossistema do Apple Intelligence

Nesse primeiro momento, a Apple deve apresentar uma prévia robusta, mostrando do que a nova Siri será capaz, mesmo que nem todos os recursos estejam liberados imediatamente para o público.

O que muda na Siri com o Gemini

A parceria entre Apple e Google permitirá que a Siri passe a usar os modelos avançados do Gemini, considerados hoje entre os mais poderosos do mundo em IA generativa.

Na prática, isso significa que a Siri vai:

  • Entender contexto pessoal (agenda, mensagens, hábitos)
  • Executar ações completas por você, não só responder perguntas
  • Gerar resumos inteligentes a partir da web
  • Responder de forma mais natural, conversacional e criativa
  • Integrar conhecimento geral com informações pessoais de forma segura

Um dos recursos em teste é o chamado “World Knowledge Answers”, que permite buscar informações online e entregar respostas resumidas, contextualizadas e geradas por IA — algo muito além da Siri atual.

Privacidade continua sendo prioridade

Apesar da parceria com o Google, a Apple reforça que o Apple Intelligence continuará rodando localmente nos dispositivos, sempre que possível, e, quando necessário, utilizará o Private Cloud Compute, um sistema próprio focado em segurança e privacidade.

Ou seja: a Apple quer inteligência de ponta sem abrir mão do controle dos dados do usuário.

Mudanças internas mostram urgência

A importância do projeto ficou clara com mudanças recentes dentro da empresa. Segundo a Bloomberg:

  • John Giannandrea, antigo chefe de IA da Apple, deixou o cargo
  • Mike Rockwell, líder do Vision Pro, assumiu a área de inteligência artificial
  • A Apple também avaliou parcerias com Anthropic e Perplexity
  • A colaboração com a OpenAI continua ativa, e novas integrações podem surgir

O próprio Tim Cook já afirmou que a empresa pretende trabalhar com múltiplas IAs, dependendo do caso de uso.