# Renan Santos: Brasil tem que ter condições de ter uma arma atômica

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- Published: 2026-08-26T23:19:32-03:00
- Author: Felip trends

[Renan](https://nordeste7.com.br/quaest-renan-filho-tem-42-das-intencoes-de-votos-em-alagoas-e-jhc-40/)
[Santos](https://nordeste7.com.br/filha-de-silvio-santos-bate-o-martelo-sobre-concorrer-a-vice-presidencia-do-brasil/)
defende que [Brasil](https://nordeste7.com.br/ra-descoberta-no-sul-do-brasil-imita-o-som-de-vaca-e-e-extremamente-contagiosa/)
tenha arma atômica para defender soberania (Divulgação/Missão)

O candidato à presidência da República pelo Missão, Renan Santos, voltou a defender
que o Brasil desenvolva bombas atômicas. Durante entrevista nesta quarta-feira (
26) à _TV Globo_, o presidenciável disse que “ter armas nucleares é uma forma de
defender sua própria soberania”.

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“No futuro, se o Brasil quiser ser uma das cinco maiores nações do mundo, ele vai
precisar ter soberania, soberania sob seu próprio território, soberania militar 
e vai ter que discutir ter bombas atômicas”, disse.

Na mesma entrevista, o candidato repetiu que defende uma guerra contra o crime organizado.“
O que eu defendo é a criação e a declaração de uma guerra contra o crime organizado.
É a aceitação de uma realidade que já é verdadeira para os brasileiros. Precisamos
de uma guerra contra eles, esse é o primeiro ponto”, disse.

Ele voltou a defender uma mudança na legislação para aumento de penas e leis mais
duras contra o crime organizado, com o objetivo de reocupar o território junto com
as forças policiais e atingir a soberania nacional

Outro ponto recorrente relatado pelo candidato na sabatina será a adoção do modelo
de El Salvador, dando exemplos como de um regime de exceção em favelas.

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“Muitos elementos que foram adotados em El Salvador, e muitos, de maneira muito 
similar, vão ser adotados por mim”, disse. Como exemplo, ele citou o enfrentamento
ao crime usando “regime especial” em áreas dominadas pelo crime e denúncias anônimas.“
Vai ter um regime de exceção em favelas para eu retomar a favela”, continuou.

## STF

O candidato do missão disse que não vai “sair desrespeitando” todas as decisões 
do Supremo Tribunal Federal (STF), mas voltou a defender que apenas decisões consideradas“
ilegais”, segundo ele, sejam descumpridas.

“Não é que eu falei que vou sair desrespeitando todas as decisões do STF, que isso
é um absurdo”, afirmou. Entretanto, ele defendeu que decisões que forem consideradas“
ilegais” são uma exceção.

“Qualquer cidadão, diante de uma decisão ilegal, ele pode não cumprir. Na verdade,
ele tem o dever de não cumprir. Decisão ilegal não se cumpre”, concluiu.

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