# Polícia prende mãe acusada de forçar tratamentos médicos no filho de três anos

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- Published: 2026-04-08T17:04:48-03:00
- Author: Nordeste7

Um caso de **abuso médico infantil no [Texas](https://nordeste7.com.br/mae-e-presa-apos-abandonar-filho-de-1-ano-para-visitar-homem-conhecido-em-app-de-namoro/)**
resultou na prisão de **Kaitlyn Laura**, de 31 anos, no último dia **19/03**. A 
mulher submeteu o [filho](https://nordeste7.com.br/voce-sabe-qual-e-a-linguagem-do-amor-do-seu-filho/)
de três anos ao uso forçado de uma cadeira de rodas e de uma sonda alimentar sem
justificativa clínica no estado norte-americano.

O **Tarrant County Sheriff’s Office (TCSO)** registrou a ocorrência por lesão corporal
grave contra uma criança. A legislação do **Texas** classifica este ato como um 
crime de primeiro grau. As autoridades policiais adicionaram uma denúncia por agressão
agravada com arma mortal ao processo. A investigada pagou a fiança estipulada em
US$ 75 mil e saiu da prisão do **Condado de Tarrant** no dia **29/03**.

## Falsificação de Diagnósticos no Cook Children’s Medical Center

**Kaitlyn Laura** compareceu ao **Cook Children’s Medical Center**, na cidade de**
Fort Worth**, com falsas alegações sobre a saúde do filho. Ela declarou à equipe
de gastroenterologia que o menino possuía paralisia cerebral e dificuldades para
engolir alimentos. O pai da criança negou as afirmações e garantiu a ausência de
restrições alimentares.

A equipe médica instalou uma sonda gástrica no garoto em maio. Os profissionais 
notaram discrepâncias no diagnóstico durante os retornos da mãe ao hospital. As 
provas clínicas de saúde da criança apresentavam os seguintes fatos:

 * Consumo regular de refeições sólidas de forma natural.
 * Movimentação autônoma e tentativas de permanecer em pé no consultório.
 * Capacidade de caminhar pelo ambiente escolar sem equipamentos de auxílio.

A mulher também forneceu diferentes versões sobre o nascimento do menino para as
instituições. Ela comunicou um parto traumático aos órgãos de desenvolvimento infantil
em outubro de 2024. Cinco meses depois, relatou aos hospitais a necessidade de suporte
de oxigênio durante o momento do parto.

## Denúncias ao Serviço de Proteção à Criança e Cirurgias

O **Child Protection Services (CPS)** recebeu a primeira notificação formal sobre
a situação em junho de 2025. Os [médicos](https://nordeste7.com.br/permanecer-mais-de-10-minutos-no-vaso-aumenta-risco-a-saude-e-pode-causa-a-morte-alertam-medicos/)
atestaram a falsidade dos sintomas e classificaram os tratamentos como excessivos
e prejudiciais. O **Glen Rose Police Department (GRPD)** transferiu as informações
para a promotoria do **Condado de Johnson (JCDAO)**.

Um professor reiterou a denúncia ao **CPS** em outubro de 2025. A mãe cancelou a
matrícula do garoto na instituição de ensino logo após a ação do educador. O menino
passou por um novo procedimento cirúrgico invasivo para substituir a sonda no mês
de janeiro. A mulher solicitou uma internação em fevereiro e exigiu o uso de uma“
posey bed”, um formato de cama tipo tenda destinada a pacientes de altíssimo risco.

### As Consequências e os Próximos Passos Legais

O sistema de proteção estatal transferiu a criança para um lar de acolhimento familiar
no dia **14/02**. O departamento de [polícia](https://nordeste7.com.br/confronto-termina-com-morte-de-suspeitos-do-assassinato-de-crianca-em-sobral/)
abriu uma nova frente de investigação focada em fraudes contra o sistema Medicaid,
motivada pelos procedimentos cirúrgicos financiados pelo governo. Os detetives rastrearam
três campanhas de arrecadação financeira na plataforma **GoFundMe**, criadas pela
suspeita sob a justificativa de custear despesas de saúde. O **TCSO** instruiu os
indivíduos que realizaram doações ou que trocaram mensagens com a mulher sobre as
doenças do menino a efetuarem contato urgente pelo telefone **817-884-1305** para
colaboração no inquérito.
