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Polícia Civil já ouviu quatro pessoas no caso Isabelle Caracristi

A Polícia Civil do Ceará ouviu quatro pessoas e agendou outras quatro oitivas no caso da morte de Isabelle Caracristi, em Fortaleza.

Polícia Civil já ouviu quatro pessoas no caso Isabelle Caracristi

A investigação sobre a morte da estudante de Direito Isabelle Caracristi, de 22 anos, avançou com a realização de quatro depoimentos. A Polícia Civil do Ceará ainda programou outras quatro oitivas e analisa imagens de câmeras de segurança para esclarecer o que ocorreu no condomínio onde a jovem foi encontrada morta, no bairro Aldeota, em Fortaleza.

Isabelle foi localizada na noite de 13 de setembro, no imóvel onde morava com o namorado e familiares dele. Conforme informações da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS-CE), a Perícia Criminal da Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce) foi acionada na mesma noite. Os dados obtidos durante o atendimento pericial indicaram que o óbito ocorreu por volta das 20h40.

Perícias e imagens

As gravações de segurança passam por análise e podem auxiliar na reconstrução da sequência de acontecimentos no condomínio. A SSPDS não informou o conteúdo dos depoimentos, nem quais pessoas já foram ouvidas, e também não divulgou eventuais linhas de investigação.

Exames realizados pela Pefoce identificaram lesões compatíveis com impacto contra o solo. Testes laboratoriais para verificar a presença de substâncias de interesse toxicológico tiveram resultado negativo. Outros exames complementares ainda estão em andamento.

A mãe de Isabelle, a professora universitária Isorlanda Caracristi, publicou relatos sobre o relacionamento da filha e cobrou esclarecimentos. Segundo ela, a jovem mantinha um relacionamento de aproximadamente quatro meses com um homem de 33 anos, que também era advogado e havia sido superior dela durante um estágio. A SSPDS ressaltou que os relatos da família não constituem conclusões da investigação.

Até o momento, não há conclusão pública sobre a dinâmica da morte. Segundo a secretaria, somente após o encerramento das perícias e diligências será possível estabelecer como os fatos aconteceram.