Pai mata filha adotiva de 15 anos, comparece ao velório e tira a própria vida em seguida

Após ocultar o corpo, ele simulou o desaparecimento da jovem e chegou a ir ao velório. Horas depois, gravou um vídeo confessando o assassinato e se suicidou.

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Um crime brutal foi registrado em General Carneiro, a cerca de 450 km de Maringá. Adenir Rodrigues da Silva, de 36 anos, matou a filha adotiva, Pâmela Lins, de 15 anos, por estrangulamento. Após ocultar o corpo e simular um desaparecimento, ele compareceu ao velório da vítima e, horas depois, gravou um vídeo confessando o assassinato antes de atirar contra a própria cabeça.

Crime ocorreu após discussão

Na noite do último domingo (26), Adenir, sua namorada e Pâmela participaram de um aniversário. Após retornarem para casa, uma discussão entre pai e filha teria sido motivada por ciúmes. Durante a briga, Adenir estrangulou a adolescente e, em seguida, abandonou o corpo às margens de um rio na região da Ponte Quebrada, área rural de General Carneiro. As informações são do site MaringaPost.

Simulação de desaparecimento e descoberta do corpo

Na segunda-feira (27), Adenir registrou um boletim de ocorrência na delegacia, afirmando que a filha havia saído de casa na noite anterior e não retornou. No entanto, o corpo da jovem já havia sido encontrado no mesmo dia em que ele comunicou o desaparecimento.

Pai foi ao velório e confessou o crime

Na quarta-feira (29), Adenir compareceu ao velório da filha em General Carneiro. Horas depois, ele gravou um vídeo assumindo o assassinato e, em seguida, atirou contra si mesmo. Ele chegou a ser socorrido e levado ao hospital, mas não resistiu e morreu na quinta-feira (30).

A namorada de Adenir foi quem o encontrou ferido após o velório. Durante a investigação, a mulher foi presa por destruir possíveis provas, incluindo cordas e manuscritos pertencentes a Pâmela, que foram queimados em uma churrasqueira.

Histórico da relação entre pai e filha adotiva

Pâmela foi adotada por Adenir e sua ex-companheira anos atrás. Após a separação do casal, a adolescente passou um período vivendo com outros familiares, chegou a morar em abrigos e mudou de cidade. Recentemente, ela havia retornado a General Carneiro para morar com Adenir e sua atual namorada.

A Polícia Civil segue investigando o caso, incluindo a participação da namorada do suspeito na destruição de evidências.

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