Uma assistente administrativa de 28 anos, moradora de Yonkers, estado de Nova York (EUA), decidiu interromper uma gestação de aproximadamente 10 semanas após um teste de paternidade apontar que seu então noivo não era o pai da criança que ela esperava.
Meses depois do aborto, o laboratório responsável pelo teste entrou em contato com a mulher para informar que houve um erro nos resultados. A informação foi divulgada ao jornal NY Post, onde a jovem relatou: “Minha filha teria nascido no dia 17 de abril”. Ela afirmou estar de luto e decidiu levar o caso à Justiça.
Relacionamento Conturbado Antes da Gravidez
Segundo relatos, o casal estava tentando engravidar há meses antes do término do relacionamento. O estresse gerado pela dificuldade em conceber contribuiu para a separação temporária. Durante esse período, a jovem teve relações com outro homem, afirmando ter usado preservativo.
Três semanas após o término, o casal reatou o namoro. Em agosto, veio o anúncio da gravidez. Mesmo sem sinais de infidelidade, a mulher optou por fazer um teste de paternidade precoce, sem revelar ao noivo sobre a relação extraconjugal, temendo complicações.
Teste de Paternidade Realizado por Laboratório Credenciado
O teste foi realizado em um laboratório que se autoproclama “líder mundial em testes de DNA” e afirma ter realizado mais de 20 milhões de exames aceitos judicialmente. O resultado inicial indicou que o noivo não era o pai biológico, levando a jovem a tomar a decisão de interromper a gestação.
Só meses depois o laboratório admitiu o erro técnico, comunicando que o noivo era, sim, o pai da criança. A confirmação tardia gerou revolta e dor profunda na mulher, que agora busca reparação legal.
Caso Vai à Justiça Após Erro Causar Aborto Induzido
Com base nas informações fornecidas, a jovem move uma ação contra o laboratório responsável pelo teste de paternidade. O objetivo é obter compensação pelos danos emocionais e físicos decorrentes do resultado falso positivo negativo.
O caso ilustra os riscos de decisões médicas tomadas com base em diagnósticos prematuros e destaca a responsabilidade de instituições que realizam exames com validade jurídica.
