Investidores acompanham nesta quarta-feira (4) a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) sobre a Selic, enquanto os mercados também reagem à apuração preliminar das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos. A pausa nos cortes de juros já é considerada certa pelo mercado.
Nos EUA, a apuração aponta vitória do Partido Democrata na Câmara dos Representantes e no Senado. Apesar das dificuldades que o resultado pode trazer para a agenda do presidente Donald Trump, investidores mantêm o foco na temporada de balanços.
No Brasil, o Ibovespa fechou a terça-feira (3) em queda de 1,42%, aos 165.528,92 pontos, na sexta sessão consecutiva de perdas.
O dólar à vista subiu 0,79%, a R$ 5,4872, maior nível desde 30 de dezembro de 2025. Já o ETF brasileiro negociado em Nova York, o iShares MSCI Brazil (EWZ), avançava 1,80%, a US$ 32,30.
A agenda inclui a divulgação do relatório de emprego privado ADP dos Estados Unidos, às 10h15, e do Caged de setembro no Brasil, às 14h30. A previsão indicada para o cadastro é de criação de 163.639 vagas. A decisão da Selic e o comunicado do Copom estão previstos para as 18h30.
Na temporada de resultados, a teleconferência do Itaú (ITUB4) está marcada para as 8h. No exterior, as bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta, com exceção do Japão; os principais índices europeus e os futuros de Nova York também operavam em alta.
Entre as commodities, o Brent recuava 0,73%, a US$ 102,84 o barril, enquanto o WTI caía 0,06%, a US$ 96,03. O ouro subia 2,89%, a US$ 4.054,10 por onça-troy. No mercado de criptomoedas, bitcoin e ethereum avançavam 2,2% e 2,8%, respectivamente.

