Mãe é condenada à prisão perpétua por matar filha de 13 meses de forma brutal

Mãe de 24 anos é sentenciada por assassinar filha. O crime, descrito como hediondo, chocou o país e expôs os perigos de práticas extremistas.

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Canton, Geórgia (TCN) – Uma mulher de 24 anos, Chloe Driver, foi condenada à prisão perpétua nesta sexta-feira por esfaquear fatalmente sua filha, Hannah Driver, de apenas 13 meses. A sentença foi anunciada após o caso ser considerado um “crime hediondo” pela Justiça do Condado de Cherokee.

Os detalhes do crime brutal

Em 8 de dezembro, Chloe foi encontrada gravemente ferida ao lado de sua filha em uma residência em Mountain Vista Boulevard, em Canton. A bebê sofreu ferimentos graves no pescoço e nas costas, sendo declarada morta no hospital pouco depois.

A investigação revelou que Chloe havia parado na cidade enquanto viajava da Carolina do Norte para a Flórida, acompanhada de dois homens e três mulheres, descritos como membros de um suposto culto. A mãe levou a bebê para um quarto e a atacou com golpes fatais de faca, deixando o pai da criança desesperado para tentar salvá-la antes da chegada dos paramédicos.

A sentença e o julgamento

Após a recuperação no hospital, Chloe Driver foi formalmente presa e, em novembro deste ano, considerada culpada por homicídio doloso e crueldade contra crianças. A promotoria destacou a gravidade do caso e a rejeição da alegação de insanidade por parte do júri.

  • Sentença aplicada:
    • Prisão perpétua com possibilidade de condicional por homicídio doloso.
    • 20 anos adicionais por crueldade contra crianças, cumpridos simultaneamente.

Durante a sentença, a juíza Ellen McElyea enfatizou: “Um pai matando uma criança nos ofende nos níveis mais profundos.”

Motivação e contexto do crime

De acordo com as investigações, Chloe era membro de um grupo com características de seita. No dia do ataque, a jovem mãe teria agido de forma premeditada ao levar a filha para um local isolado e cometer o assassinato.

A bebê sofreu lesões fatais na artéria carótida, esôfago e vértebras cervicais, demonstrando a brutalidade do ataque. A promotora-chefe assistente Katie Gropper declarou que a violência empregada por Chloe Driver “foi uma escolha consciente e cruel”.

A repercussão do caso nos EUA

O caso despertou indignação em todo o país, principalmente devido à gravidade do ato cometido contra uma criança indefesa. Grupos de proteção infantil e organizações de direitos humanos têm pressionado por maior fiscalização contra abusos envolvendo crianças em contextos de cultos ou práticas extremas.

Autoridades locais continuam investigando o grupo do qual Chloe fazia parte, com foco na identificação de possíveis cúmplices ou influências externas que possam ter motivado o crime.

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