# Justiça libera integrantes de facção denunciados por decapitação brutal de mulher em Fortaleza

- Link: https://nordeste7.com.br/justica-libera-integrantes-de-faccao-denunciados-por-decapitacao-brutal-de-mulher-em-fortaleza/
- Published: 2025-04-08T08:31:55-03:00
- Author: Nordeste7

Três pessoas acusadas de envolvimento na morte e decapitação de uma mulher no bairro**
Pirambu,** em **Fortaleza,** foram colocadas em liberdade pela Justiça mediante 
aplicação de medidas cautelares. A decisão é da **2ª Vara do Júri da Comarca de 
Fortaleza,** que determinou o monitoramento eletrônico dos denunciados após revogação
da prisão preventiva.

De acordo com informações obtidas pelo **[O POVO](https://www.instagram.com/p/DIKU1LqMn75/),**
a denúncia do **Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) **aponta que os acusados
participaram de um crime brutal contra **Neide,** ocorrido em **26 de novembro de
2022,** em meio a disputas entre [facções criminosas](https://nordeste7.com.br/elmano-autoriza-policia-do-ceara-a-enfrentar-faccoes-com-forca-proporcional/).

Um quarto envolvido no caso está falecido, restando três sob investigação judicial.

## Detalhes do Crime Divulgados Pelo MPCE

A denúncia do **MPCE **revela que os suspeitos agiram juntos para atrair a vítima
ao local do crime. Após vistoriar o aparelho celular de **Neide,** eles decidiram
executá-la. Segundo o documento, os envolvidos também imobilizaram a vítima e separaram
sua cabeça do corpo.

O crime foi classificado como extremamente violento e ocorreu em um contexto de 
disputa entre [facções criminosas](https://nordeste7.com.br/elmano-autoriza-policia-do-ceara-a-enfrentar-faccoes-com-forca-proporcional/),
conforme destacado na investigação.

## Decisão Judicial e Medidas Cautelares

A decisão da **2ª Vara do Júri **determinou que os três acusados permaneçam sob 
monitoramento eletrônico enquanto respondem ao processo em liberdade. Além disso,
devem cumprir outras restrições impostas pela Justiça, como proibição de contato
com testemunhas ou familiares da vítima.

Apesar da gravidade do caso, a Justiça considerou adequada a substituição da prisão
preventiva pelas medidas cautelares, conforme regras estabelecidas no Código de 
Processo Penal.
