# John Textor prepara investimento de R$ 130 milhões para elevar o patamar do Botafogo

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- Published: 2026-04-08T13:30:04-03:00
- Author: Felip trends

O empresário John Textor apresentou uma proposta para investir cerca de R$ 130 [milhões](https://nordeste7.com.br/bolsa-familia-podera-ser-cortado-para-quem-tiver-renda-acima-do-limite-veja-quanto/)(
US$ 25 milhões) na SAF do Botafogo, em uma tentativa de reforçar o caixa e ampliar
a capacidade financeira do clube. O aporte, segundo o investidor, seria feito por
meio de aumento de capital, com a emissão de novas ações.

O plano, no entanto, encontrou resistência dentro da estrutura do clube e ainda 
depende de análises técnicas e jurídicas para avançar.

A proposta foi encaminhada ao clube social e passou por avaliação do BTG Pactual,
que atua como consultor financeiro do Botafogo. A instituição não aprovou o modelo
apresentado, o que levou à recusa inicial da operação.

Entre os principais pontos de atenção estão dúvidas sobre a origem dos recursos 
e o formato da transação, que prevê a conversão do [investimento](https://nordeste7.com.br/moedas-raras-de-r-1-podem-valer-ate-r-5-mil-saiba-como-identificar-pecas-valiosas/)
em participação acionária na SAF. O tema também envolve a validação de um empréstimo
anterior, já questionado internamente.

O presidente do clube, João Paulo Magalhães Lins, deve se reunir com Textor nos 
Estados Unidos para comunicar oficialmente a decisão e discutir possíveis ajustes
na proposta.

## **Estratégia prevê reforço financeiro e manutenção de participação**

De acordo com Textor, o valor não se trata de um empréstimo, mas sim de um aporte
direto — ou seja, capital próprio injetado no clube em troca de ações. A proposta
prevê a emissão de novos papéis sem diluir a fatia de 10% pertencente ao clube associativo.

O investidor já havia realizado uma operação semelhante anteriormente, quando o 
Botafogo recebeu um empréstimo de US$ 25 milhões para resolver pendências, incluindo
sanções esportivas. Esse acordo, no entanto, inclui cláusulas que permitem a conversão
da dívida em participação societária, o que também depende de aprovação formal do
clube.

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