Um homem foi preso no Ceará suspeito de participar da morte de Mauricélia Correia Oliveira, ocorrida em fevereiro deste ano no bairro Tiradentes, em Juazeiro do Norte. Segundo informações fornecidas, o outro suspeito de envolvimento foi encontrado morto anteriormente.
A vítima, que possuía antecedentes criminais por tráfico de drogas, foi baleada e morreu no local. Os suspeitos levaram seus pertences para simular um latrocínio. No entanto, após a conclusão do inquérito, a ocorrência foi registrada como homicídio.
Detalhes do crime e investigações
De acordo com as informações, Mauricélia Correia Oliveira devia dinheiro a um grupo criminoso. O homicídio foi executado com disparos de arma de fogo e seguido do roubo de pertences pessoais. O local do crime foi o bairro Tiradentes, em Juazeiro do Norte, interior do Ceará.
A vítima trabalhava com encomendas de bolos e sanduíches caseiros, realizando entregas em Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato. Ela tinha dois filhos.
Histórico criminal da vítima
Conforme registros da Polícia Civil do Ceará”>Polícia Civil do Ceará, Mauricélia foi presa em junho de 2020 por tráfico de drogas. À época, estava foragida desde outubro de 2019 e foi capturada em uma fazenda na zona rural de Crateús.
As investigações apontavam ligação com tráfico e associação para o tráfico na região do Cariri. Ela era suspeita de manter um depósito com mais de quatro quilos de cocaína e crack, além de possuir documentos falsos e ferramentas utilizadas no tráfico.
Envolvimento familiar em casos anteriores
Em 2013, Mauricélia foi denunciada junto com a mãe, Vera Lúcia Gama Correia, e o então companheiro, José Elias da Paixão. A denúncia ocorreu após a apreensão de um quilo de pasta base de cocaína e 600 gramas de crack em Barbalha.
No ano seguinte, em 2014, foi presa novamente pela Polícia Federal em Crateús, acompanhada da mãe e de um homem identificado como “Léo Pará”. A prisão ocorreu também por envolvimento com tráfico de drogas.
Primeira prisão ainda na juventude
Quando tinha 19 anos, Mauricélia, a mãe e a avó, então com 68 anos, foram presas com crack, uma balança de precisão, R$ 1,8 mil em espécie e R$ 7,5 mil em cheques.
