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Grupo Petz Cobasi (AUAU3) diz que Petz fará resgate antecipado de R$ 133 milhões em debêntures

O Grupo Petz Cobasi (AUAU3) informou nesta segunda-feira que a sua controlada Petz realizará o resgate antecipado facultativo de R$ 133,33 milhões de debêntures. A operação envolve 200 mil papéis da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie…

Grupo Petz Cobasi (AUAU3) diz que Petz fará resgate antecipado de R$ 133 milhões em debêntures

O Grupo Petz Cobasi (AUAU3) informou nesta segunda-feira que a sua controlada Petz realizará o resgate antecipado facultativo de R$ 133,33 milhões de debêntures.

A operação envolve 200 mil papéis da 3ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, em série única, para distribuição pública, conforme fato relevante da companhia.

O resgate foi aprovado em assembleia geral de debenturistas realizada nesta segunda-feira e ocorrerá no próximo dia 2 de setembro.

“A antecipação do pagamento das debêntures representa um passo natural na otimização da estrutura de capital do grupo, reduzindo despesas financeiras futuras e reforçando o compromisso com a alocação eficiente de capital”, afirmou.

Desempenho do Grupo Petz Cobasi

O Grupo Petz Cobasi registrou lucro líquido ajustado de R$ 70,3 milhões no segundo trimestre de 2026 (2T26), crescimento de 8,4% ante igual período do ano anterior.

Sem ajustes, o lucro líquido alcançou R$ 100,4 milhões, avanço anual de 43,5%. O resultado foi favorecido pelo reconhecimento de R$ 52,9 milhões em créditos tributários referentes a exercícios anteriores.

Já o Ebitda (métrica do mercado para avaliar a geração de caixa de uma empresa) ajustado somou R$ 186,7 milhões, alta de 11% na comparação anual. A margem Ebitda ajustada avançou 0,3 ponto porcentual (p.p.), para 10,6%, refletindo o crescimento das vendas e a diluição das despesas operacionais.

A receita líquida, por sua vez, atingiu R$ 1,7 bilhão, aumento de 7,9%. Já a receita bruta totalizou R$ 2,108 bilhões, avanço de 7,8%, impulsionada principalmente pelo aumento dos volumes.

“Em um cenário de inflação interna acumulada próxima de 1% a 2% e ausência de reajustes de preços pela indústria, esse resultado representa crescimento real”, afirmou o presidente do grupo, Paulo Nassar.

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