O governo do presidente Lula da Silva“>Luiz Inácio Lula da Silva (PT) planeja gastar R$ 3,5 bilhões neste ano em campanhas publicitárias. O montante visa promover políticas sociais, de educação e saúde, além de estatais como Correios, Caixa e Banco do Brasil. Os contratos envolvem 21 órgãos federais e incluem programas como Pé-de-Meia e Mais Especialistas, destacados por Lula em discursos.
Conforme a Folha de S. Paulo, citada pela Gazeta do Povo nesta segunda-feira (10), os valores abrangem contratos já fechados e em elaboração. A Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom) informou que as campanhas têm o objetivo de divulgar políticas e programas do Executivo Federal e direitos da população.
Detalhes dos Contratos de Publicidade
Os gastos incluem licitações em andamento e acordos firmados. O maior contrato é do Banco do Brasil, com R$ 750 milhões, seguido pela Secom, com R$ 562,5 milhões, e pela Caixa Econômica Federal, com R$ 468,1 milhões. Os Correios destinam R$ 380 milhões para reposicionar a marca no mercado de encomendas e logística.
Outros órgãos também estão na lista. A Infraero prevê R$ 7 milhões anuais, o menor valor entre os 21. Quatro processos em andamento somam cerca de R$ 700 milhões, segundo a apuração da Folha.
Mudança na Comunicação do Governo
A ampliação dos investimentos ocorre após a troca no comando da Secom em janeiro. Paulo Pimenta saiu, e o publicitário Sidônio Palmeira assumiu para reformular a estratégia de comunicação. O governo enfrenta queda na aprovação, associada ao pessimismo com a economia e ao aumento dos preços dos alimentos desde o fim de 2024.
A Secom afirmou que as campanhas seguem a função institucional de informar a sociedade sobre ações do governo. Os programas Pé-de-Meia e Mais Especialistas estão entre os principais focos das propagandas.
Valores por Órgão
Dos 21 órgãos, os destaques em orçamento são estatais. O Banco do Brasil lidera com R$ 750 milhões, enquanto a Caixa prevê R$ 468,1 milhões. Os Correios, com R$ 380 milhões, buscam fortalecer sua posição no setor logístico. A Infraero, com R$ 7 milhões, fecha a lista dos menores valores.

