# Governo confirma novo auxílio para ajudar brasileiros com o aluguel

- Link: https://nordeste7.com.br/governo-confirma-novo-auxilio-para-ajudar-brasileiros-com-o-aluguel/
- Published: 2026-04-27T18:00:05-03:00
- Author: Felip trends

A cidade de Jundiaí é uma das que participa de um programa do [governo](https://nordeste7.com.br/fraudes-em-beneficios-do-governo-atingem-milhares-de-familias-no-brasil/)
do estado de São Paulo que fornece um [auxílio](https://nordeste7.com.br/nova-regra-ja-esta-em-vigor-no-brasil-e-permite-solicitar-auxilio-temporario-por-ate-tres-meses/)–
[aluguel](https://nordeste7.com.br/quer-sair-do-aluguel-governo-libera-bilhoes-para-o-minha-casa-minha-vida/)
para mulheres vítimas de violência doméstica. Trata-se de uma ajuda de custo de 
R$ 500 por mês, paga ao longo de seis meses, com possibilidade de renovação por 
mais um período de mesma duração. De acordo com o site da Secretaria de Desenvolvimento
Social do governo paulista, o objetivo desse auxílio é _“contribuir com a autonomia
e fortalecimento dos direitos das mulheres em situação de vulnerabilidade que foram
vítimas de violência doméstica”._

## Quem tem direito ao Auxílio-Aluguel

Para ter direito ao auxílio, você precisa, em primeiro lugar, ser uma mulher residente
do estado de São Paulo, ter uma medida protetiva expedida pela Justiça e estar em
situação de vulnerabilidade econômica. Até o momento da separação do agressor, a
sua renda não pode passar de dois salários mínimos (R$ 3.242).

Segundo o g1, os documentos aceitos pelo programa são:

 * Holerite; extrato bancário; inscrição no CadÚnico (atualizado nos últimos 24 
   meses);
 * Medida protetiva expedida e vigente, nos termos da Lei Maria da Penha;
 * Comprovante de residência (conta de qualquer tipo no próprio nome);
 * Relatório psicossocial emitido pelo serviço de assistência social ou de saúde
   municipal.

De acordo com um estudo feito pela doutoranda em psicologia clínica e cultura da
Universidade de Brasília (UnB) Carolina Campos Afonso, 61% das mulheres afirmam 
que a dependência financeira impede que elas denunciem as agressões. 52,2% das vítimas
têm renda de até dois salários mínimos, 17,1% foram impedidas de trabalhar ou estudar
e 10% não têm acesso ao próprio dinheiro.

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