Família confirma a morte de Juliana Marins após quatro dias de buscas; jovem caiu durante trilha

Juliana caiu próximo à cratera e foi encontrada sem vida por equipes de resgate.

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A família de Juliana Marins confirmou, nesta terça-feira (24), que a jovem de 26 anos foi encontrada morta por equipes de resgate, após cair em um penhasco no Monte Rinjani, localizado na ilha de Lombok, na Indonésia. O mulher-a-tiros-e-morre-em-colisao-frontal-durante-fuga/” title=”acidente” target=”_blank”>acidente ocorreu no sábado (21), quando Juliana realizava uma trilha próxima à cratera do vulcão.

Apesar do acionamento das autoridades locais, o socorro enfrentou condições climáticas adversas e terreno acidentado. Juliana ficou presa em uma área de difícil acesso e o corpo foi localizado após quatro dias de buscas intensas.

Acidente ocorreu em região de alto risco

O Monte Rinjani possui 3.726 metros de altitude e é um dos vulcões ativos mais procurados por turistas no país asiático. Apesar do cenário considerado atrativo por viajantes, o local apresenta desafios constantes, incluindo trilhas íngremes, áreas com pouca sinalização e riscos de deslizamento.

Segundo dados apresentados, nos últimos cinco anos foram registrados 180 acidentes e oito mortes na trilha. A caminhada até o cume exige preparo físico, atenção redobrada e, preferencialmente, o acompanhamento de guias experientes.

Equipe de resgate contou com 48 profissionais

O resgate mobilizou uma força-tarefa composta por 48 pessoas. Técnicas de salvamento vertical foram utilizadas durante a operação, que enfrentou clima instável e terreno instável. As equipes operaram em áreas com ventos fortes e pouca visibilidade, o que dificultou o avanço.

Juliana caiu próximo à cratera do vulcão, uma das áreas mais perigosas do trajeto. A estrutura precária do parque e os desafios naturais aumentaram a complexidade da operação. Mesmo com a experiência que possuía, segundo relatos, a jovem foi surpreendida pelas condições adversas.

Estrutura do parque é apontada como fator de risco

O trajeto é dividido em etapas com acampamentos intermediários, mas possui trechos pouco sinalizados. A vegetação densa, associada ao terreno escorregadio, aumenta a exposição ao risco de quedas.

Muitos visitantes enfrentam dificuldades pela falta de infraestrutura adequada. Mesmo com a presença de guias em parte do percurso, a segurança geral é considerada limitada, principalmente nas imediações da cratera.

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