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Esporte

Enquanto técnico da Itália ganha R$ 1 milhão por mês, Ancelotti recebe seis vezes mais na Seleção Brasileira

A reação negativa da opinião pública à escolha de Roberto Mancini e Claudio Ranieri para chefiar a reformulação da seleção italiana colocou a federação local sob intensa pressão. Segundo o jornal Corriere della Sera, o anúncio feito por Giovanni Malagò despertou forte descontentamento devido à…

Carlo Ancelotti sorrindo durante treino da Seleção Brasileira, em contraste com imagem do técnico da Seleção Italiana.
Carlo Ancelotti no comando da Seleção Brasileira: salário do treinador é seis vezes maior que o do comandante da Itália.

A reação negativa da opinião pública à escolha de Roberto Mancini e Claudio Ranieri para chefiar a reformulação da seleção italiana colocou a federação local sob intensa pressão. Segundo o jornal Corriere della Sera, o anúncio feito por Giovanni Malagò despertou forte descontentamento devido à saída repentina de Mancini para a Arábia Saudita no passado, onde recebia 25 milhões de euros por temporada. O objetivo da nova dupla é reestruturar o futebol do país e garantir vaga na Copa do Mundo de 2030.

Para concretizar seu retorno, Mancini aceitou uma expressiva redução financeira, assinando por cerca de 2 milhões de euros líquidos anuais (o que equivale a cerca de R$ 1 milhão mensais), além de premiações por desempenho. Já Ranieri, no papel de diretor técnico, terá vencimentos inferiores a 1 milhão de euros por ano. A movimentação ocorre em um cenário europeu que tenta enxugar gastos na gestão das equipes nacionais.

Carlo Ancelotti recebeu um aumento salarial de 20%

Em contraste com a contenção europeia, a Confederação Brasileira de Futebol tomou o caminho oposto ao blindar Carlo Ancelotti com um aumento salarial de 20%. Mesmo após colecionar dados vexatórios no último Mundial, o treinador teve seu vínculo estendido até 2030 pelo presidente da entidade, Samir Xaud.

Com o novo reajuste, a remuneração de Ancelotti saltou de R$ 5 milhões para R$ 6 milhões mensais, mantendo o italiano como o comandante mais bem pago do futebol mundial.

O investimento total chegará a R$ 72 milhões por ano, somando R$ 288 milhões até o torneio sediado em Portugal, Espanha e Marrocos. Para romper o contrato, a CBF precisará arcar com uma multa confidencial de valores astronômicos, ao passo que uma demissão por iniciativa do técnico custará apenas 1 mês de seu salário.

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