O Bolsa Família mantém, em novembro de 2026, o valor mínimo de R$ 691 por família. O piso está em vigor desde outubro, após atualização anunciada pelo governo federal. O valor recebido varia conforme a quantidade de integrantes e os adicionais a que a família tem direito.
O cálculo considera R$ 164 por integrante. Se a soma ficar abaixo do mínimo, o Benefício Complementar cobre a diferença. Os adicionais previstos são:
- R$ 173 por criança de zero a seis anos, pelo Benefício Primeira Infância;
- R$ 58 por gestante e por criança ou adolescente de sete a 17 anos, pelo Benefício Variável Familiar;
- seis parcelas de R$ 58 para famílias com bebês de até seis meses, conforme os critérios do Benefício Variável Familiar Nutriz.
Os adicionais podem ser acumulados quando a família atende às regras de cada modalidade. Em um exemplo do programa, uma família com quatro integrantes recebe R$ 656 pelas parcelas por pessoa e mais R$ 35 de complemento para atingir o mínimo.
Se também tiver uma criança de quatro anos e outra de nove, poderá receber os adicionais correspondentes, chegando a R$ 887 sem complementação. O exemplo é ilustrativo; o pagamento depende dos dados do Cadastro Único e das regras de elegibilidade.
A atualização anunciada em setembro corrigiu os valores em 15,04%, considerando a inflação acumulada pelo INPC entre março de 2023 e agosto de 2026. A parcela por integrante passou de R$ 142 para R$ 164; o adicional para crianças de zero a seis anos, de R$ 150 para R$ 173; e o benefício variável, de R$ 50 para R$ 58. O mínimo subiu de R$ 600 para R$ 691. A correção começou na folha de outubro e não é um novo reajuste específico de novembro.
Os valores liberados podem ser consultados nos aplicativos Bolsa Família e Caixa Tem. O Disque Social 121 atende dúvidas sobre cadastro e regras; para questões de pagamento, a Caixa disponibiliza o telefone 111. É importante manter os dados do Cadastro Único atualizados.

