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Artemis II: astronauta batiza área na Lua com nome “Carroll”, em homenagem à ex-esposa

A Artemis II, primeira missão tripulada da NASA em direção à Lua em mais de 50 anos, fez história, quebrando o recorde como a viagem espacial humana mais distante da Terra. Durante a viagem, os astronautas viveram um momento emocionante, quando nomearam uma cratera lunar…

Astronauta da missão Artemis II em treinamento com mapa lunar destacando a nova área batizada de Carroll.
Homenagem espacial: Astronauta da Artemis II nomeia região da Lua em tributo à ex-esposa, Mary Carroll.

A Artemis II, primeira missão tripulada da NASA em direção à Lua em mais de 50 anos, fez história, quebrando o recorde como a viagem espacial humana mais distante da Terra. Durante a viagem, os astronautas viveram um momento emocionante, quando nomearam uma cratera lunar de “Carroll”, em homenagem à falecida esposa de Reid Wiseman, o astronauta no comando da missão.

Carroll Taylor Wiseman faleceu devido a um câncer em 2020, deixando para trás o marido, Wiseman, e as duas filhas do casal. De acordo com matéria do Fantástico, após a morte da esposa, Wiseman tinha se afastado das viagens espaciais por um tempo para se aproximar das filhas, mas retomou a carreira com essa nova missão.

Além de Carroll, a tripulação da cápsula Orion nomeou outra cratera lunar, essa com o nome de Integrity (integridade, em inglês), o mesmo nome que a equipe dos quatro astronautas deu à nave.

Imagem: reprodução/TV Globo

Missão Artemis II quebrou recorde histórico

Sim, já existiam outras missões espaciais que tinham ido até a Lua, mas a Artemis II fez história como a missão tripulada a viajar mais longe da Terra. O motivo é que a cápsula Orion completou um sobrevoo sobre a face oculta do satélite, observando áreas da Lua nunca antes vistas a olho nu. Nessa parte da viagem, inclusive, a missão ficou sem comunicação com a Terra.

O recorde anterior era da Apollo 13, que viajou 400.171 km na década de 1970. Em comparação, a nova missão viajou 406.778 km de distância. De acordo com o Globo, um dos membros da tripulação, Jeremy Hansen, afirmou que o momento foi pensado para “para desafiar esta geração e a seguinte, para que tenhamos certeza de que este recorde não dure muito tempo”.

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