Agricultor corta o dedo após ser picado por cobra e depois descobre que serpente não era venenosa

Agricultor de 60 anos acreditou que veneno se espalharia, mas hospital confirmou que espécie não era altamente tóxica.

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Um agricultor de 60 anos cortou parte do próprio dedo após ser picado por uma cobra em Shangyu, província de Zhejiang, na faca-de-cozinha-de-15-cm-na-cabeca-veja-o-video/” title=”China” target=”_blank”>China, em 2 de novembro de 2019. Zhang acreditava que o veneno poderia se espalhar rapidamente pelo corpo. O homem percorreu 80 quilômetros até Hangzhou em busca de atendimento médico. Entretanto, descobriu que a serpente não era altamente venenosa. O gesto extremo foi desnecessário, segundo especialistas.

Avaliação médica

De acordo com o South China Morning Post, veículo de comunicação de Hong Kong com ampla reputação internacional, Zhang não apresentava sintomas típicos de envenenamento grave. O médico Yuan Chengda, responsável pelo atendimento, afirmou que a cobra não era tão tóxica. Ele destacou que não havia necessidade de amputar parte do dedo. O pedaço decepado não pôde ser reimplantado.

O que aconteceu

O agricultor foi picado na zona rural de Shangyu. Em seguida, tomou a decisão de cortar parte do dedo indicador. O objetivo era impedir que o veneno se espalhasse. No entanto, ao chegar ao hospital, os exames mostraram que a espécie envolvida tinha veneno de efeito mínimo em humanos. Dessa forma, a medida drástica não trouxe benefício.

Sintomas ausentes

Segundo os médicos, pacientes picados por cobras altamente venenosas apresentam sinais claros. Entre eles estão dificuldades respiratórias, dores de cabeça intensas e sangramentos. Zhang não apresentou nenhum desses sintomas. Por outro lado, a avaliação clínica confirmou apenas ferimentos locais.

Consequências

O agricultor perdeu parte do dedo sem necessidade. Além disso, não foi possível realizar reimplante. Enquanto isso, especialistas reforçam a importância de buscar atendimento imediato em casos de picada. Já que diagnósticos corretos evitam medidas extremas, a orientação é procurar hospitais preparados.

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